[Entrevista de Celly Campello parte 1/2] at.


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Título:
[Entrevista de Celly Campello parte 1/2] at.
Tipo:
História oral
Número do Item: Número de Registro:
00119RPA00003AD 156.19; A.0458A156.19; A.0458A
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00119RPA - Memória do Rock brasileiro
Autoridades: Classificação:
Celly CampelloEntrevistado(a)
Abrão BermanEntrevistador(a)
Teotônio PavãoAbertura
Albert PavãoCoordenação
Marco Antônio FelixTécnico de som
Local de Produção:
São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção:
28/09/1984
Local de gravação:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo - São Paulo - Brasil
Suporte/Formato:
CD
Duração:
1h 4min 26s
Idioma:
Português

Descrição:

Abrão Berman entrevista Célia Campello Gomes Chacon, conhecida como Celly Campello. A cantora nasceu em São Paulo, no dia 18/06/1942, e foi criada em Taubaté; diz começou a cantar aos 15 anos; fala sobre o casamento com Eduardo Gomes Chacon; conta sobre o sucesso repentino da carreira e seu trabalho na Gravadora Odeon; confirma que encerrou a carreira artística por conta do casamento.

Fala sobre seu irmão Sérgio, conhecido como Tony Campello; fala sobre seus estudos no acordeon; comenta sobre o rock nos Estados Unidos, nos anos 1950; a euforia do começo de carreira, aos 15 anos; a mudança do seu artístico; para o público achar que eram artistas estrangeiros; Rádio Nacional.

Conta sobre sua preparação autodidata para o canto; menciona o Programa Clube do Guri; destaca a influencia de Ângela Maria; conta que a audiência aumentou quando o público descobriu que não eram estrangeiros.

Fala sobre a gravação de Estúpido cupido, em 1958, e canta um trecho; destaca a relevância dessa canção, como primeiro momento de diálogo musical com a cultura jovem, em língua portuguesa; fala sobre as características estéticas marcantes do figurino.

Destaca a importância do figurino na imagem do artista; fala sobre o assédio do público no auditório; a participação espontânea do público nos programas de auditório;

Fala sobre outras gravações; canta um trecho de Lacinho cor de rosa; fala sobre o sucesso do lançamento de Banho de lua e parceria com Fred Jorge e Tony; canta um trecho de Banho de Lua;

Comenta sobre a canção original italiana, Tintarella de luna; Fred Jorge, autor de diversas versões; destaca as mudanças de acordo com a idade; comenta sobre arquivo de correspondência e noticias que seu pai colecionou e organizou durante toda a carreira; cita algumas revistas Radiolandia, Revista do Rádio, Revista do Rock; fala sobre a relação com o público; conta sobre a repercussão do encerramento da sua carreira na imprensa; fala sobre o alvoroço do público em seu casamento.

Comenta a saudade da sua carreira interrompida; fala sobre o Estúpido Cupido, novela da Globo; a produção do programa Jovem Guarda, o lançamento de Roberto Carlos; a relação com Wanderléa; fala sobre propostas de trabalho que recusou e aceitou após o casamento.

Continua...


Gênero:
Entrevista de História Oral