[Depoimento de Tarsila do Amaral parte 2/2] at.


Áudio e Disco





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Título:
[Depoimento de Tarsila do Amaral parte 2/2] at.
Tipo:
Áudio diverso
Número do Item: Número de Registro:
00133MOD00002AD FA.00008.2/71; A.0088BFA.00008.2/71; A.0088B
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00133MOD - Modernismo
Autoridades: Classificação:
Tarsila do AmaralEntrevistado(a)
Aracy AmaralEntrevistador(a)
Paulo Mendes de AlmeidaEntrevistador(a)
Maria Eugênia FrancoEntrevistador(a)
Oswald de Andrade FilhoEntrevistador(a)
Francisco Luiz de Almeida SallesCoordenação
Local de Produção:
São Paulo - São Paulo - Brasil
Local de gravação:
Residência de Tarsila do Amaral
Data de Gravação:
13/05/1971
Suporte/Formato:
CD
Duração:
- h 47min 19s
Idioma:
Português

Descrição:

Continuação...


Fala sobre o salão moderno de Dona Olivia; fala sobre a criação de “Caipirinha vestida por Poiret”, de Oswald; fala sobre a viagem a Minas Gerais; Nonê comenta sobre a viagem.

Aracy pergunta sobre a presença de Blaise Cendras na viagem a Minas Gerais; destaca a importância para a descoberta da cultura brasileira.

Oswald Filho pergunta sobre Paris, músicos e dança; pergunta sobre a viagem ao Oriente; comenta sobre a produção literária criada a partir dessa viagem; pergunta sobre o perfume de Poiret; Tarsila comenta sobre peças específicas confeccionadas pelo costureiro.

Maria Eugenia Franco pergunta sobre uma referencia de Villa lobos, Abaporu foi o Deus do amor; Tarsila diz que nunca foi o Deus do amor; reforça o episódio do aniversário do Raul Bopp; comenta o modernismo e correspondências com Villa Lobos, mas não aprofunda a relação.

Francisco pergunta sobre outras formas pop art, concretismo; comenta brevemente a produção atual; diz que não conhece arte cinética; comenta sobre Calder.

Francisco pergunta sobre o quadro “Os operários”; diz que reproduziu rostos de sua memória; cita algumas pessoas, 17’, Gregori Warchavchik, é o terceiro mais alto do quadro; acrescenta ainda Plínio Salgado, Eneida; diz que gosta de caricatura; comenta sobre relação com Segall, diz que era mais reservado.

Aracy fala sobre sua fase artística seguinte; pergunta se a viagem à Rússia representou alguma influência, sobre a problemática social; não destaca nenhuma questão social.

Francisco abre pergunta para jornais.

Regina Helena, do Correio da Manhã pergunta sobre sua religiosidade; diz que ainda é católica, apesar de algumas reservas; relações com espiritismo; destaca sua amizade com Chico Xavier.

Adônis de Oliveira, do Estado de São Paulo fala sobre seu papel no modernismo; ela destaca que não participou na semana, destaca a participação de Anita e os ataques sofridos por Monteiro Lobato; pergunta sobre seu cotidiano e produção atual; indica alguns quadros; diz que alguns artistas a copiam.

Francisco pergunta se tem alguma obra extraviada; diz que sim, cita algumas; diz ainda que prefere não acompanhar a localização de suas obras comercializadas.

Aracy destaca que, ao produzir o catálogo da obra de Tarsila, acabou conhecendo mais cinco obras.

Francisco pergunta se tem algo a acrescentar, agradece a presença de todos; Tarsila agradece e encerra a entrevista, seguem mais 15 minutos de gravação aleatória.


Gênero:
Entrevista de História Oral
Descritores:
modernismo; pintura; infância; arte moderna