[Depoimento de Tarsila do Amaral parte 1/2] at.


Áudio e Disco





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Título:
[Depoimento de Tarsila do Amaral parte 1/2] at.
Tipo:
Áudio diverso
Número do Item: Número de Registro:
00133MOD00001AD FA.00008.1/71; A.0088AFA.00008.1/71; A.0088A
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00133MOD - Modernismo
Autoridades: Classificação:
Tarsila do AmaralEntrevistado(a)
Aracy AmaralEntrevistador(a)
Paulo Mendes de AlmeidaEntrevistador(a)
Maria Eugênia FrancoEntrevistador(a)
Oswald de Andrade FilhoEntrevistador(a)
Francisco Luiz de Almeida SallesCoordenação
Local de Produção:
Capivari - São Paulo - Brasil
Local de gravação:
Residência de Tarsila do Amaral
Data de Gravação:
13/05/1971
Suporte/Formato:
CD
Duração:
- h 45min 32s
Idioma:
Português

Descrição:

Francisco Luiz de Almeida Salles introduz a entrevista.

Aracy pergunta sobre a infância na fazenda; contato com William Zadig e Mantovani em Paris; começou a pintar em Barcelona, o processo de aprendizagem com Pedro Alexandrino; comenta sobre sua primeira tela a óleo; fala sobre sua formação com entre orientações seus professores.

Destaca a importância do contato Anita Malfatti que lhe enviava noticias sobre o movimento modernista por carta; conta que ao retornar, Anita a levou para conhecer Oswald, Menotti e Mário de Andrade; fala sobre os passeios que faziam com o cadilac e seu ateliê na Rua Vitória, núcleo das reuniões.

O retorno a Paris em 1923 e suas viagens no navio Marsilla; Aracy comenta o contato com a vanguarda francesa; dona Olivia, Paulo Prado, Di Cavalcanti; diz que servia cachaça brasileira nos jantares; sem citar nomes, fala sobre o contato com outros brasileiros.

A criação de “A negra”, que produziu em Paris;; o entusiasmo de Fernand Léger sobre as figuras disformes da obra; contato que ela e Oswaldo com jornalistas, bailarinos na França.

Oswald Andrade Filho pergunta qual foi sua maior influencia; diz que foi Léger, Emile Renard, entre outros; comenta sobre Constantin Brancusi, que o entrevistador considera mal reconhecido.

Diz que gostava do impacto da mudança e diferença de universos criativos dos professores; o breve contato com o crítico Christian Zervos, Giorgio de Chirico, Ambroise Vollard.

Maria Eugenia Franco tem a palavra; pergunta sobre Pau Brasil e a fusão dos ensinamentos de Leger e os elementos e cores brasileiras; diz que são cores caipiras; a entrevistadora pergunta sobre a linguagem nacional para uma linguagem internacional; fala sobre a criação do Abaporu, que fez para o aniversário de Raul Bopp; cita o dicionário de Raul de Montoya para a criação do movimento; conta sobre o entusiasmo de Oswald e a fundação do movimento antropofágico, com a criação da revista e o jornal em Chateaubriand; diz que o movimento recebeu um destaque semanal, mas não durou muito tempo, porque era muita irreverência para a época; fala sobre sua estética fantástica; sua relação com Sergio Milliet.

Francisco cita equipes de jornais presentes;

Paulo Mendes de Almeida tem a palavra, e comenta a transição da área acadêmica para o modernismo; pergunta sobre a relação com sua família conservadora; Tarsila diz que sua família recebeu bem, embora não compreendessem; fala sobre seu aprendizado com Pedro Alexandrino; diz que o professor não criticou nem comentou sua transformação; diz que criticou Anita, e que ela mesma também não compreendeu o trabalho de Anita Malfatti; pergunta sobre o amor na vida do artista, citando Torquato Tasso; conta sobre o quadro “Margaridas de Mario de Andrade”; comenta sobre um casaco feito sobre Paul Poiret.

Francisco Luis pergunta como Tarsila e Oswald conheceram Dona Olivia, em 1924; Paulo Prado que os apresentaram em Paris; diz que Oswald não era bem o devasso que criticavam; pergunta sobre o quadro de Fernand Leger adquirido por Olivia, que foi uma sensação em São Paulo.


Gênero:
Entrevista de História Oral
Descritores:
modernismo; pintura; infância; arte moderna