50 depoimentos para os 50 anos: André Sturm





O acervo do MIS está disponível apenas para consulta local gratuita. O usuário é o único e exclusivo responsável pelo respeito aos direitos autorais, personalíssimos e conexos das obras pesquisadas. É vedada a reprodução de obras originais ou cópias, no todo ou em parte, de qualquer forma e para qualquer finalidade, em conformidade com a Lei 9.610 de 19.02.1998


Para reprodução de qualquer obra, original ou cópia, em quaisquer meios e mídias e para quaisquer fins, e para solicitação de empréstimos, o interessado deverá seguir os procedimentos estabelecidos pela Política de Acervo do Museu. Para informações sobre empréstimo, reprodução e demais usos, entre em contato com a equipe do CEMIS através do Fale Conosco.



--Título:
50 depoimentos para os 50 anos: André Sturm
Número do Item: Número de Registro:
00109MIS00043VD -
Uso e acesso:
Divulgação virtual
Coleção:
00109MIS - Museu da Imagem e do Som
Companhia Produtora:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Autoridades: Classificação:
André SturmEntrevistado(a)
Renan DanielIdeia
Rosana CaramaschiEntrevistador(a)
Vânia AlmeidaProdução
Jennyfer YoshidaCinegrafista
André PacanoCinegrafista
Lucas MelloSom
Diego ValverdeDireção de gravação
Local de Produção:
São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
- 03/2020
Suporte/Formato:
HDD (Hard Disc)
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
Estéreo Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
0h 89min 45s

Sinopse/Descrição:

Inspirado num dos pilares de criação do Museu da Imagem e do Som de São Paulo, em 1970, o registro e receptáculo da história de memória oral, o projeto “50 depoimentos para os 50 anos” busca, através de um dos mecanismos fundadores do conceito do Museu, remontar sua história e trajetória sociocultural.


Através de pesquisas, depoimentos e entrevistas com 50 personalidades do cenário político, cultural e artístico brasileiro que estiveram, de algum modo, relacionados aos andamentos e programas que foram fundamentais na linha do tempo do Museu, o projeto busca rememorar todos os elementos inerentes à trajetória do MIS e desvendar assim situações e pormenores que refletem a história cultural e social também do estado de São Paulo e do Brasil.


André Luiz Pompeia Sturm nasceu em Porto alegre, no dia 15/07/1966; fala que cresceu em São Paulo; conta sobre sua formação em administração na Fundação Getúlio Vargas, o contato com o cineclubismo e a distribuição de filmes; comenta sobre a entrada na Secretaria de Cultura em 2007; fala brevemente sobre a estrutura jurídica e a implementação do modelo de Organização Social; fala sobre sua entrada no MIS, em junho/2011.


Lembra-se da primeira retomada do Cinema Belas Artes, em 2003; cita suas passagens pela Cinemateca Brasileira e Secretaria de Cultura, e a criação da distribuidora Pandora.


Fala sobre a programação de curtas metragens e de diretores até então desconhecidos como Pedro Almodóvar e Bigas Luna; destaca a atuação de Zita Carvalhosa na criação do Festival Internacional de Curtas-Metragens; comenta sobre a gestão de Ricardo Ohtake.


Conta sobre a primeira vez que veio ao MIS, em 1987, para retirar o Prêmio Estímulo; diz que o MIS era a casa do cinema paulista; fala sobre a Associação Brasileira de Documentaristas.


Rosana pergunta sobre o uso da tecnologia na virada do século; André destaca a missão do Museu de interpretar o passado de uma forma interessante para o público; fala sobre a produção de curtas-metragens, citando os diretores Beto Brant, Tatá Amaral,

e Jorge Furtado; fala sobre a diversificação das ações culturais para o vídeo e a fotografia.


Sobre o MIS, considera que no período de 2007-2011, embora fosse muito respeitável, a programação cultural era voltada para um público muito restrito; afirma que em 2010, o orçamento era de 10 milhões e o público de 55 mil pessoas.


Destaca a criação do Festival Vídeo Brasil e do Festival Super 8.

Fala sobre o começo da sua gestão; fala sobre a divisão da Secretaria de Cultura; diz que tinha uma experiência como público com o MIS; conta que já tinha uma ideia da exposição sobre Stanley Kubrick.


Rosana comenta sobre a Carta de Princípios e Finalidades do MIS; André diz que não a conhecia e que não tinha experiência em museus; critica uma determinada visão sobre comunicação museológica que considera pouco interessante; diz que o espaço para exposições é limitado.

Destaca que não houve aumento de orçamento; comenta sobre a exposição Game On; fala que procurou oferecer programação e eventos regularmente em diversas linguagens; cita o caso da dança contemporânea, em que a atividade deveria acontecer nas áreas de circulação do Museu.


Cita alguns casos impactantes sobre o público; comenta sobre o formato de contrato com a Secretaria, iniciado em 2008; conta sobre a criação dos Pontos MIS, destacando a demanda por salas de cinema em cidades pequenas; cita o programa Vá ao Cinema.


Destaca que foi aprovado pelo Conselho de Administração da Organização Social; comenta a estrutura do MIS, que considerava muito hierarquizada; fala sobre política de gestão de pessoas.


Fala sobre a exposição O Mundo de Tim Burton, os desafios, a adaptação da exposição para uma linguagem imersiva; destaca a opinião positiva do cineasta. Destaca a mudança no atendimento ao público; fala sobre o retorno financeiro da exposição; cita alguns dados de público.

Rosana pergunta sobre a exposição Stanley Kubrick; diz que as exposições anteriores como George Meliés, o Mágico do Cinema e Ai Weiwei Interlacing já tinham caráter imersivo; conta que conheceu a exposição Stanley Kubrick no LACMA e diz que se inspirou nos personagens dos filmes de Kubrick para a expografia.


Fala sobre a repercussão das fotos tiradas pelo público nas redes sociais; diz que a viúva e o irmão de Kubrick gostaram muito; percebeu que atraiu público para conhecer a obra do diretor.


Apresenta dados de público; cita uma pequena exposição sobre pôsteres de cinema; relata também incremento de serviços para o público.

Rosana cita a exposição Memória Paulistana (1975) e o impacto na vizinhança; relata problemas com alvará; comenta casos de contato com público.


Afirma a importância de oferecer uma programação de qualidade para público amplo.


Destaca algumas ações de digitalização e higienização de acervo, e projetos temáticos como Memória do Cinema.

Cita dados sobre a visibilidade na imprensa e mídia espontânea.


Comenta que queria um museu vivo e dinâmico; cita outras atrações turísticas.

Destaca a programação de fotografia; fala sobre a viabilização de parcerias para ações permanentes como publicações.


Destaca legado como as ações no acervo, no público.


Diz que a identidade e a respeitabilidade do MIS teve altos e baixos; diz que espera que o MIS esteja bem de público e promovendo aproximação entre as pessoas.

Valoriza a ação do conselho, equipe, e colegas; comenta sobre casos do publico; encerra a entrevista e agradece.


Gênero:
Entrevista
Descritores:
gestão cultural; gestão museológica; gestão pública; cineclubismo; cinematografia; distribuidora cinematográfica; arte contemporânea; vídeo; exposição fotográfica; dança contemporânea; super-8
Descritores Geograficos:
Los Angeles - Califórnia - Estados Unidos da América; São Paulo - São Paulo - Brasil; Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil
Descritores Onomásticos:
João Sayad; Guilherme Lisboa; Fernando Collor de Mello; Zita Carvalhosa; Ricardo Ohtake; Beto Brant; Tata Amaral; Jorge Furtado; Stanley Kubrick; David Bowie; Tim Burton; Ai Weiwei; Museu Brasileiro da Escultura (MUBE); Alex Vallauri; Antonio Hermann; Cosette Alves; Georges Méliès; A. S. Cecilio Neto; Associação Brasileira de Documentaristas ; Angelo Andrea Matarazzo