50 depoimentos para os 50 anos: Álvaro Razuk


Vídeo





O acervo do MIS está disponível apenas para consulta local gratuita. O usuário é o único e exclusivo responsável pelo respeito aos direitos autorais, personalíssimos e conexos das obras pesquisadas. É vedada a reprodução de obras originais ou cópias, no todo ou em parte, de qualquer forma e para qualquer finalidade, em conformidade com a Lei 9.610 de 19.02.1998


Para reprodução de qualquer obra, original ou cópia, em quaisquer meios e mídias e para quaisquer fins, e para solicitação de empréstimos, o interessado deverá seguir os procedimentos estabelecidos pela Política de Acervo do Museu. Para informações sobre empréstimo, reprodução e demais usos, entre em contato com a equipe do CEMIS através do Fale Conosco.



--Título:
50 depoimentos para os 50 anos: Álvaro Razuk
Número do Item: Número de Registro:
00109MIS00049VD -
Uso e acesso:
Divulgação virtual
Coleção:
00109MIS - Museu da Imagem e do Som
Companhia Produtora:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Autoridades: Classificação:
Álvaro RazukEntrevistado(a)
Cleber PapaDireção
Renan DanielIdealização
Rosana CaramaschiPesquisa
Rosana CaramaschiEntrevistado(a)
Vânia AlmeidaProdução
Jennyfer YoshidaCinegrafista
André PacanoCinegrafista
Jennyfer YoshidaEdição
André PacanoEdição
Daniele DantasCaptação de som
Diego ValverdeCoordenação de equipe técnica
Local de Produção:
Museu da Imagem e do Som - São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
21/02/2020 -
Suporte/Formato:
HDD (Hard Disc)
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
Estéreo Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
0h 58min 0s

Sinopse/Descrição:

Inspirado num dos pilares de criação do Museu da Imagem e do Som de São Paulo, em 1970, o registro e receptáculo da história de memória oral, o projeto “50 depoimentos para os 50 anos” busca, através de um dos mecanismos fundadores do conceito do Museu, remontar sua história e trajetória sociocultural. Através de pesquisas, depoimentos e entrevistas com 50 personalidades do cenário político, cultural e artístico brasileiro que estiveram, de algum modo, relacionados aos andamentos e programas que foram fundamentais na linha do tempo do Museu, o projeto busca rememorar todos os elementos inerentes à trajetória do MIS e desvendar assim situações e pormenores que refletem a história cultural e social também do estado de São Paulo e do Brasil.


(00:00) – Entrevistadora relata dia da gravação, nome do projeto e nome, local data de nascimento do entrevistado. Entrevistadora pede que entrevistado fale sobre sua trajetória de vida, experiencias e formação, entrevistado agradece por participar da entrevista, comente que é arquiteto por formação, conta como começou a trabalhar na área cultural, seu contato com o Paço das artes e subsequente com o MIS. Entrevistadora questiona qual era a atmosfera cultural em São Paulo na sua juventude, o entrevistado comenta que gostava de desenhar, comenta sobre questões culturais na juventude, influências da faculdade, as mudanças na área cultural e o próprio MIS.


(07:41) – Entrevistadora questiona qual era a ligação do entrevistado com o MIS antes do trabalho dele com a intervenção do museu, entrevistado comenta sobre suas experiências anteriores com o MIS, comenta que mudou depois do projeto, comenta algumas exposições que lembra.


(09:06) – Entrevistadora comenta que nos anos 1980 e 1990 o MIS tinha fama de ser uma instituição de ponta e questiona se entrevistador concorda com essa afirmação, entrevistado comenta da sua visão sobre a importância do MIS.


(10:00) – Entrevistadora questiona como era o espaço fisico do MIS antes das intervençãoes, entrevistado comenta sobre a memória do local, questão dos corredores que eram necessarios percorrer para chegar ao espaço expositivo.


(11:07) – Entrevistadora comenta sobre o MIS na época da inauguração de sua sede, questiona se o entrevistado conheceu esse MIS, o mesmo comenta sobre como o encontrou e sobre mudanças do local.


(13:46) – Entrevistadora comenta sobre o fechamento do auditorio durante gestão do diretor Ivan Isola, e questiona se a mudança no número de lugares do auditorio ocorreu nessa reforma ou durante a intervenção do intervistado, entrevistado confirma que foi na sua intervenção, comenta sobre a reforma do auditorio.


(15:18) – Entrevistadora comenta sobre tentativa de reforma do MIS em 2001, onde diziam que derrubariam o prédio para construir uma nova instalação, entrevistadora questiona se o entrevistado se recorda desse projeto o que o entrevistado responde que não. A entrevistadora comenta que (naquela época) se falava muito no MIS do “século XXI”, entrevistado ri e comenta sobre estarmos no século XXI, comenta que não soube do projeto de reforma do MIS citado.


(16:17) – Entrevistadora comenta reforma que foi de dezembro de 2007 a agosto de 2008, questiona ao entrevistado sobre concurso para decidir sobre essa reforma e lembrança desse primeiro momento, entrevistado comenta sobre concurso para reforma, parceria com Camila Toledo, mudanças necessárias para a obra e sobre as dificuldades do projeto. Entrevistadora questiona se o entrevistado recorda quem eram os jurados no concurso, o entrevistado responde o que se lembra que eram nove jurados, não se recorda todos e comenta sobre o que recorda.


(22:31) – Entrevistadora questiona o que o entrevistado sonhava com esse projeto, o entrevistado comenta sobre sua visão para trabalhos culturais, alguns pontos sobre o MIS, a ligação com o MUBE.


(25:00) – Entrevistadora questiona o que era demandado pela direção referente a reforma, o entrevistado comenta sobre a diretora na época, os pontos principais para o projeto. Entrevistadora questiona sobre a área do redondo do museu, entrevistado comenta sobre a mudança na área. Continua comentando sobre o local e necessidades para a reforma.


(30:43) – Entrevistadora questiona se o entrevistado conseguiu fazer tudo que sonhou para o projeto, o mesmo cita que ficaram muito satisfeitos, comenta sobre apoio da Secretaria e entendimento do museu, comenta sobre o projeto e o trabalho.


(32:20) – Entrevistadora questiona se foi pensado nas atividades que o museu ia realizar quando foi feito o projeto, o entrevistado diz que sim e comenta sobre espaços.


(33:50) – Entrevistadora questiona se houve dificuldades, o entrevistado relata que sempre há dificuldades e comenta sobre pontos que tiveram de para o projeto, comenta sobre seu ponto de vista sobre os limites do projeto.


(35:00) – Entrevistadora comenta sobre o tempo para a reforma, questiona o quanto esse planejamento foi importante para o projeto entrevistado comenta sobre mudança para o local da reforma, a demanda do projeto. Entrevistadora questiona se foi um projeto de risco, o entrevistado comenta que foi um “risco calculado” e comenta sobre os cuidados e entendimento do projeto.


(37:32) – Entrevistadora comenta que foi citado em matéria de melhorias tecnológicas como cabos de fibra ótica, questiona quais outras melhorias tecnológicas ocorreram, entrevistado cita tratamento acústico, camarás de conservação no acervo, projeto elétrico, infraestrutura para iluminação e projetores.


(38:57) – Entrevistadora comenta que antes da reforma o museu não era inclusivo, o entrevistado comenta sobre essas mudanças feitas para a acessibilidade.


(39:45) – Entrevistadora questiona se foram 5.000m² ou 7.000m²,entrevistado comenta que pode checar facilmente


(40:00) – Entrevistadora comenta que em matéria sobre reforma o entrevistado comenta que houve aumento da área de guarda (acervo) em 40%, entrevistado comenta sobre o trabalho na parte do acervo e preocupações com essa área do museu, comenta sobre projeto e redimensionado.


(43:00) – Entrevistadora questiona se a partir daquele momento o MIS começou a dialogar com a ideia de século XXI, entrevistado cita que teve mais contato com a direção da época, Daniela Bousso, comenta sobre a direção dela, comenta sobre momento atual do museu.


(44:55) – Entrevistadora questiona, na visão do entrevistado, qual a percepção que se tinha do MIS por artista, produtores e outros, entrevistado comenta sobre visão de leigo, ligação com cinema, com mudança para cinema e arte contemporânea e sua visão atual.


(46:39) – Entrevistadora questiona qual foi a característica mais positiva que a reforma deixou para o museu na visão do entrevistado, esse comenta o urbanismo e união entre museu e comenta sobre sua visão.


(47:36) – Entrevistadora questiona se o entrevistado teve influência de outro museu ao fazer o projeto do MIS, o entrevistado cita que não pensou em nenhum museu, comenta sobre inspiração e possibilidade do lugar.


(48:39) – Entrevistadora questiona o que entrevistado quis dizer ao relatar em matéria da época que o MIS estava pronto para dialogar da arte do século XXI sem esquecer a história guardada, entrevistado comenta sobre acervo e como incluir na construção da arte da época. Comenta sobre o pensamento do século XXI.


(51:20) – Entrevistadora questiona qual era a prioridade do entrevistado na execução da obra, o entrevistador comenta sobre velocidade da obra, a demanda e o ritmo do trabalho.


(52:00) – Entrevistadora questiona qual era a visão que o MIS tinha antes da reforma, o entrevistado comenta a ligação com cinema. Entrevistadora questiona qual a cara o museu teve depois da reforma, o entrevistado comenta continuidade da ligação com cinema, a inclusão de arte contemporânea e a mudança para grandes exposições.


(52:44) – Entrevistadora pergunta, segunda a opinião do entrevistado, qual a importância do MIS hoje, o entrevistado comenta o que aconteceria sem o MIS, comenta sobre o seu ponto de vista. Entrevistadora questiona qual o apreço dele com o MIS, ele comenta sobre a memória efetiva.


(54:22) – O que o MIS tem a dizer no presente e no futuro referente a memória, entrevistado comenta sobre acumulo de conhecimento, comenta sobre acervo.


(55:32) – Entrevistadora questiona como o entrevistado imagina o MIS daqui 50 anos, o entrevistado ri e diz que não sabe, comenta sobre expectativas quanto a instituição.


(55:54) – Entrevistadora questiona se há algo mais que o entrevistado queira deixar registrado na entrevista, o entrevistado refaz o caminho do projeto, comenta a euforia, compara com projetos dele ligados a BIENAL. Entrevistadora questiona qual o sentimento quando passa hoje no museu, entrevistador comenta sobre importância do projeto do MIS para ele mesmo. Entrevistadora questiona novamente se há mais algo a acrescentar, ele diz que não e agradece.


Gênero:
Entrevista de História Oral
Descritores:
museu; arquitetura; exposição; acervo; reforma; congresso; difusão cultural; restaurante
Descritores Geograficos:
Parque do Ibirapuera - São Paulo - São Paulo - Brasil; Parque D. Pedro II - São Paulo - São Paulo - Brasil; Brasil - América do Sul; Avenida Europa - São Paulo - São Paulo - Brasil; Pinacoteca Fórum das Artes - Botucatu - São Paulo - Brasil; Museu do Ipiranga - São Paulo - São Paulo - Brasil
Descritores Onomásticos:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo; Universidade de São Paulo; Museu Afrobrasil; Luíza Erundina; Paço das Artes; Daniela Bousso; Adoniran Barbosa; Cinemateca Brasileira; Laudo Natel; Ivan Negro Isola; Marcos Santilli; Camila Toledo; Secretaria da Cultura; Museu Brasileiro da Escultura (MUBE); Paulo Mendes da Rocha; Agência Espacial Europeia - ESA; Museu Nacional; Bienal Internacional de São Paulo