Clássicos e Modernos: Aruanda, A Velha a Fiar, O Xente Pois Não, Brasília: Contradições de uma Cidade Nova, Ilha das Flores.


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--Título:
Clássicos e Modernos: Aruanda, A Velha a Fiar, O Xente Pois Não, Brasília: Contradições de uma Cidade Nova, Ilha das Flores.
Número do Item: Número de Registro:
- VB00423
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento
Autoridades: Classificação:
Linduarte NoronhaDireção
Humberto MauroDireção
Joaquim AssisDireção
Joaquim Pedro de AndradeDireção
Jorge FurtadoDireção
Companhia Distribuidora:
Programadora Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
1973 -
Suporte/Formato:
DVD
Sistema: Cromia:
- Cor e PB
Áudio: Produção:
Mono Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
0h 85min 0s

Sinopse/Descrição:

Esta seleção apresenta obras assinadas por importantes nomes da cinematigrafia brasielira, como o mestre pioneiro Humberto Mauro (A velha a fiar, de 1964). Estão presentes o cinemanovista Joaquim Pedro de Andrade (Brasília: contradições de uma cidade nova,1967) e um dos diretores mais aclamados a atualidade, Jorge furtado (Ilha das Flores,1989), além do paraibano Linduarte Noronha e do carioca Joaquim Assis,responsável por dois clássicos do documentário nacional- respectivamente, Aruanda(1960) w O xente, pois não(1973).


ARUANDA

A história do quilombo, formado em meados do século xxix, por escravos libertos no sertão da Paraíba. O filme, da mesma época da inauguraçãode Brasília, mostra uma pequena população, isolada das instituiçoes do país, presa a um ciclo econômico trágico e sem perspectiva, variando do plantio de algodão à cerâmica primitiva. O curta é considerado um dos precursores do Cinema Novo.


A VELHA A FIAR

Ilustração da antiga canção popular do interior do Brasil, utilizando tipos e costumes das velhas fazendas em decadência.


Ô XENTE, POIS NÃO

Ô Xente, pois não, é um documentário rodado em 1973 sobre lavradores da localidade de Salgadinho, perto de garanhuns, em Pernambuco. Resultou essencialmente de longas e livres onversas,durante cerca de 15 dias, com aproximadamente dez famílias que lutavam contra toda sorte de dificuldades, entre elas a seca. O filme tenta passar ao espectador a sabedoria das pesoas em questão e a fraternidade que as unia. Do ponto de vista formal, Ô xente, pois não, é um entrelaçamento musical das falas daquela gente com as imagens de seu cotidiano.


BRASÍLIA:CONTRADIÇÕES DE UMA CIDADE NOVA

Imagens de Brasília em seu sexto ano e entrevistas com diferentes categorias de habitantes da capital. uma pergunta estrutura o documentário: uma cidade inteiramente planejada, criada em nome do desenvolvimento nacional e da democratização da sociedade, poderia reduzir a desigualdades e a opressão existentes em outras religiões do pais?


ILHA DAS FLORES

Um tomate é plantado, colhido, transportado e colocado á venda num supermercado, mas apodrece e acaba no lixo. Acaba? Não. Ilha das Flores segue-o até seu verdadeiro final, entre animais, lixo,mulheres, crianças. e então fica clara a diferença que existe entre tomates, porcos e seres humanos.


Gênero:
Documentário
Descritores:
cinema brasileiro; média metragem; curta metragem; cotidiano; cidade; social; quilombo; canção popular