Entrevista de Plácido de Campos Júnior


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--Título:
Entrevista de Plácido de Campos Júnior
Número do Item: Número de Registro:
00109MIS00018VD -
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00109MIS - Museu da Imagem e do Som
Autoridades: Classificação:
Plácido de Campos JúniorEntrevistado(a)
Carlos RomaniPesquisa
Ana Maria GuarigliaPesquisa
Agostinho dos SantosTécnico de som
Teco FrancoCinegrafista
Renato GalonCinegrafista
Tuca VieiraFotografia
Carmelita Rodrigues de MoraesParticipante
Local de Produção:
São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
02/09/1993 02/09/1993
Suporte/Formato:
DVD Cópia
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
Estéreo Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
0h 96min 0s

Sinopse/Descrição:

(01:39) – Entrevistador fala data da gravação, projeto e pessoas envolvidas na entrevista.


(02:12) – Entrevistadora pede que entrevistado relate sua vida antes de entrar no MIS, uma rápida autobiografia. Entrevistado comenta que nasceu em Anápolis, Goiás, tendo migrado para São Paulo por volta dos 11 anos de idade devido questão de estudo. Fala do contato com o cinema, amizade com Walter Franco e planos envolvendo teatro, tentativa de entrar na FAU e posterior entrada na ECA e no meio de produção artística.


(06:23) – Entrevistador questiona como se deu a entrada do entrevistado no MIS, entrevistado comenta que se deveu ao curso de cinema e contato com Rudá de Andrade, comenta contato com os demais professores e alunos no começo de existência do curso. Conta sobre surgimento do MIS e conversa com Rudá de Andrade, o começo dos trabalhos e o começo do MIS.


(12:10) – Entrevistadora questiona se naquela época eles faziam gravação de entrevistas, o entrevistado comenta que quando o MIS ficava no prédio do Conselho Estadual de Cultura, não se fazia entrevistas, cita que era do setor de audiovisual sendo que provavelmente entrevista era da parte do Paulo Emilio que trabalhava com pesquisa, mas lembra de visita a casa de alguns artistas onde lá se fazia a entrevista. Entrevistado relembra das mudanças de sede do MIS, comenta rapidamente das instalações de estúdio e equipamentos, fala sobre a exposição “Memoria Paulistana” que inaugurou a sede atual.


(15:24) – Entrevistadora questiona se quando o MIS foi para a sede atual o entrevistado tinha voltado a trabalhar com o MIS, o entrevistado relata problemas quanto a contratação de funcionários, cargos e quadros na época.


(18:01) – Entrevistadora questiona quem era a equipe naquela época, entrevistado comenta sobre a primeira equipe que trabalhava e produzia conteúdo no MIS.


(20:14) – Entrevistador questiona se é nessa época que se inicia o acervo do MIS, o entrevistado comenta que se inicia uma atitude de gerar acervo e do museu ter uma identidade, mas não havia uma postura de receber acervo. Cita alguns trabalhos com pesquisadores, comenta sobre ideal do museu na época e mudança ocorrida a partir da pesquisa no Vale do Ribeira. Entrevistadora questiona se havia verba para pesquisa, entrevistado fala que sim e comenta sobre a facilidade com gastos na época, volta a comentar sobre trabalhos na época e cita o trabalho de João Sócrates.


(29:12) – Entrevistador questiona se o mesmo então começou a trabalhar na área de cinema, o que o entrevistado confirma, comenta sobre as vantagens de ganhar uma sede fixa e retomada das atividades de difusão cinematográfica.


(32:12) – Entrevistadora comenta sobre tradição do MIS referente a cinema e fotografia, e comenta da exposição “Memoria Paulistana”, o que o entrevistado comenta sobre a exposição e questão fotográfica.


(33:49) – Entrevistador questiona se nessa passagem para uma estrutura definitiva do MIS também houve uma mudança do corpo de funcionários do museu fixo, entrevistado comenta que ainda havia funcionários contratos fora do museu, comenta sobre essa mudança e estruturação.


(35:12) Entrevistadora questiona sobre saída do entrevistado do MIS, se ocorreu no período que o Rudá de Andrade ainda era o diretor voltando depois, o entrevistado comenta que na época que o Rudá era diretor ele trabalhava como free lancer para o museu, comenta sobre suas passagens no MIS a partir da exposição “Memoria Paulistana”. Entrevistadora questiona se mesmo assim ele sempre teve contato, o que é confirmado por entrevistado. Entrevistadora questiona se na época do Ivan como diretor ele retornou dentro do quadro fixo, ele confirma citando que ficou todo período do Ivan como diretor e ainda algum tempo na direção do Guilherme Lisboa.


(38:26) – Entrevistador questiona sobre coproduções, como elas seria referente ao MIS, comenta sobre projetos e conta sobre o filme “Rei da vela”. Entrevistador comenta sobre o termino de coproduções com o MIS, o que o entrevistado comenta e tenta explicar essa mudança, apresentando mudanças também fora do MIS e outras características.


(43:15) - Entrevistador comenta sobre período de passagem do MIS do entrevistado e formação de um acervo, entrevistado relata que identifica dois momentos, o primeiro com a preocupação de gerar material, um segundo momento quando o material era oferecido ao público de uma maneira elaborada, comenta sobre essa evolução e questões de produção.


(47:26) - Entrevistador questiona de projetos como do vale do Ribeira, se havia algum planejamento para execução se incluía metodologia, se havia arquivamento dela ou se era editado e levado direto ao público, o entrevistado comenta que era a formação de um acervo, comenta sobre questões burocráticas de projetos na época. Comenta sobre projetos culturais envolvendo a secretaria de cultura e o interior do Estado.


(52:07) – Entrevistadora questiona por que nunca o festival de super-8 foi feito no MIS apesar dos trabalhos com filmes, o entrevistado relata que acredita ser por preconceito, comenta sobre o assunto e discussões que ocorriam na época da entrevista e na época que trabalhava no MIS sobre o super-8 e outras formas de filmes cinematográficos.


(1:00:37) – Entrevistador comenta sobre curso de projecionista e pergunta se havia interesse sistemático de exercer atividades culturais no MIS, ele relata que sim, mas que dependia de quem coordenava o setor, comenta sobre seus trabalhos quando Ivan era o diretor e formas de divulgação de acervo.


(1:04:14) – Entrevistador questiona sobre publicações, se havia um exercício temático de fazer publicações como boletins e catálogos dos eventos e do acervo, o entrevistado confirma que foi algo mais tardio e comenta sobre documentação, de devolver ao público de forma mais elaborada acredita que foi mais recente, cita alguns trabalhos que ele lembra que começaram com a direção de Boris Kossoy.


(1:05:44) – Entrevistador questiona sobre as entrevistas seguiam alguma metodologia, o entrevistado comenta sobre projetos realizados pelo MIS que se lembra, cita que sempre houve entrevistas, mas raramente separados, mas sim dentro de projetos com suas linhas de estudos. Comenta que ações sobe problema quanto a parte de documentação seriam mais recentes, questionado sobre esse problema pelo entrevistador o entrevistado aprofunda comentário sobre documentação, relata sua opinião sobre ações referente publicações.


(1:09:45) – Entrevistador questiona se no início do MIS havia um espaço na imprensa para o Museu, relata que sim, o entrevistado comenta sua opinião sobre aparências e relação com o MIS.


(1:11:12) – Entrevistador questiona se o entrevistado acha que o MIS cumpriu seu papel junto ao público na época ou se a estigma de um museu elitizado se mantem pela sua área de atuação, o entrevistado relata que acredita que o museu continua elitizado e comenta sobre sua opinião, sobre o início e mudança do museu. Entrevistador e entrevistado comentam sobre o perfil de produção do MIS.


(1:14:33) – Entrevistadora questiona sobre o MIS do Rio de Janeiro, se o entrevistado já esteve lá, o que ele responde que apenas uma vez, a entrevistadora questiona se o MIS do Rio de Janeiro funcionaria como o MIS de São Paulo, o que o entrevistado responde que não e comenta sobre as características daquele museu, MIS do Rio de Janeiro. A entrevistadora comenta sobre a parte museografica do MIS de São Paulo e compara com o MIS do Rio de Janeiro, o entrevistado comenta sobre o encaminhamento do MIS de São Paulo com cinema. Entrevistado comenta sobre carta de princípios no início do MIS, sobre a função do museu, entrevistador comenta sobre problema citado pelo entrevistado.


(1:20:49) – Entrevistador pergunta se houve mais projetos no período dos diretores Ivan e Guilherme que tiveram grande peso, o entrevistado responde que não, comenta relações com outras instituições como a Cinemateca e Centro Cultural.


(1:21:31) – Entrevistador pede que entrevistado relate, na opinião dele, qual o legado mais importante deixado por cada gestão do MIS, o entrevistado comenta sobre a gestão do Rudá de Andrade, Boris Kossoy, Ivan Isola e Guilherme Lisboa trabalhando dentro do MIS, comenta sobre a gestão de André Boccato e Ricardo Ohtake como público. Convidada comenta sobre essa última gestão, entrevistado comenta o MIS ser uma referência nacional, o que convidada também comenta. Entrevistado relata a importância que o MIS têm sendo formado como instituição, o que entrevistador questiona se há uma continuidade dos trabalhos apesar da mudança dos diretores, o que é comentado por convidada. Entrevistado comenta sobre importância do acervo e sua preservação.


(1:32:15) – Entrevistadora questiona sobre o número de funcionários na época em que o entrevistado trabalhava no MIS, comentado pela convidada e pelo entrevistado sobre o começo com poucos funcionários e essa mudança.


(1:33:59) – Entrevistador questiona se o entrevistado gostaria de complementar o registro, o entrevistado relata que não, cita que recebeu o convite da entrevista com gratidão, cita que gosta do MIS e ponderações sobre o museu.


(1:35:30) – Entrevistadora agradece comparecimento de entrevistado e convidada.


Gênero:
Entrevista de História Oral
Descritores:
cinema; teatro; fotografia; vídeo; audiovisual; equipamento cinematográfico; equipamento de áudio; equipamento fotográfico; depoimento; cultura brasileira; museu; exposição; música; super-8; cinema brasileiro
Descritores Geograficos:
Anápolis - Goiás - Brasil; São Paulo - São Paulo - Brasil; Rua Antônio Godoy - São Paulo - São Paulo - Brasil; Palácio dos Campos Elísios - São Paulo - São Paulo - Brasil; Avenida Paulista - São Paulo - São Paulo - Brasil; Itaim Paulista - São Paulo - Brasil; Pantanal - Mato Grosso - Brasil; Vale do Ribeira - São Paulo - Brasil; Rua Augusta - São Paulo - São Paulo - Brasil; Cine Picolino - São Paulo - São Paulo - Brasil; Cine Belas Artes - São Paulo - Brasil; Vale do Paraíba - São Paulo - Brasil; Taubaté - São Paulo - Brasil; São José dos Campos - São Paulo - Brasil; Guaratinguetá - São Paulo - Brasil; Teatro São Pedro - São Paulo - São Paulo - Brasil
Descritores Onomásticos:
Museu da Imagem e do Som; Walter Franco; Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP); Escola de Comunicação e Artes ECA/USP; Rudá de Andrade; Paulo Emílio Salles Gomes ; Jean-Claude Bernardet; Roberto Santos; Conselho Estadual de Cultura; Guiomar Novaes; Tarsila do Amaral; Edu Chaves; Di Cavalcanti; Secretaria da Cultura; Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo; Sylvia Regina Bahiense Naves; Goffredo da Silva Telles; Lucila Ribeiro Bernardet; Jorge Bodanzky; Errol Sasse; João Sócrates; Regina Jehá; Hector Babenco; MASP; Eduardo Alberto Escalante; Cinemateca Brasileira; Bernardo Vorobow; Cineclub Veneza; José de Anchieta (Costa); Valério Vieira; Franco Montoro; Ivan Negro Isola; Guilherme Lisboa; TV Cultura; Alfredo Mesquita; Alcântara Machado; José Celso Martinez Corrêa; Teatro Oficina; Carlos Ebert; Embrafilme; José Mindlin; Abrão Berman; Guilherme Almeida Prado; Boris Kossoy; Companhia Cinematográfica Vera Cruz; Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro; Carlos Lacerda; André Boccato; Ricardo Ohtake