Estéreo MIS com LaBaq - Entrevista


Vídeo





O acervo do MIS está disponível apenas para consulta local gratuita. O usuário é o único e exclusivo responsável pelo respeito aos direitos autorais, personalíssimos e conexos das obras pesquisadas. É vedada a reprodução de obras originais ou cópias, no todo ou em parte, de qualquer forma e para qualquer finalidade, em conformidade com a Lei 9.610 de 19.02.1998


Para reprodução de qualquer obra, original ou cópia, em quaisquer meios e mídias e para quaisquer fins, e para solicitação de empréstimos, o interessado deverá seguir os procedimentos estabelecidos pela Política de Acervo do Museu. Para informações sobre empréstimo, reprodução e demais usos, entre em contato com a equipe do CEMIS através do Fale Conosco.



--Título:
Estéreo MIS com LaBaq - Entrevista
Número do Item: Número de Registro:
17.03.01.08-2019-19-001 -
Uso e acesso:
Divulgação virtual
Companhia Produtora:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Autoridades: Classificação:
LaBaqEntrevistado(a)
Rosana CaramaschiEntrevistador(a)
Renata LetíciaProdução
Local de Produção:
São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
10/05/2019 01/07/2019
Suporte/Formato:
HDD (Hard Disc)
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
- Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
0h 61min 50s

Sinopse/Descrição:

Larissa Naline Taveira, conhecida como Labaq, nasceu em Franca em 02 de agosto de 1988.

Inicia a entrevista recordando-se de sua infância e de suas influências musicais; conta que aprendeu a tocar violão sozinha, antes de iniciar suas aulas no Projeto Guri e começar a tocar guitarra. No meio universitário da cidade de Franca, envolve-se com o samba e passa a tocar percussão; também interessou-se pelo trompete. É formada em Audiovisual. Sobre seus incentivos, fala que seus amigos a incentivaram, além de sua própria determinação. Apesar de começar a compor aos 15 anos, relata que não acreditava que poderia viver apenas da música, e por isso realizava diversas atividades, todas relacionadas às artes, e acabou por cursar uma faculdade de Audiovisual. Sobre suas composições, conta que eram ligadas aos seus sentimentos; suas músicas eram uma espécie de desabafo. Relata que aos 22 anos decide-se por seguir por uma carreira autoral, buscando autonomia. Concorda com as descrições sobre seu trabalho expressas na imprensa internacional; responde que seu trabalho é mais reconhecido internacionalmente que no Brasil; relata as experiências de sua turnê internacional. Sobre mulheres compositoras, afirma que nos últimos anos as mulheres conseguiram ter voz e atuar de maneira independente. Fala de suas iniciativas e trabalhos como produtora cultural em festivais de música. Comenta sobre seu álbum "Lux", e sobre a situação política brasileira atual. Relata a construção de seu nome artístico. Conta sobre o processo de administração de sua carreira. Responde que as vantagens de ser uma artista independente estão centradas na liberdade, mas que não é uma situação cômoda, pois é um caminho arriscado e que exige muita dedicação. Responde questão sobre o clip "Vida que segue". Retorna suas lembranças para contar como se descobriu cantora quando fazia faculdade. Diz que suas músicas são criadas especialmente para o público que as escuta. Conta sua opinião sobre o futuro da música no Brasil.


Gênero:
Entrevista
Descritores:
música brasileira; música contemporânea; feminismo; festival de música
Descritores Geograficos:
Franca - São Paulo - Brasil