Gestora cultural - Maria Dora Mourão


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--Título:
Gestora cultural - Maria Dora Mourão
Número do Item: Número de Registro:
00853GCU00002VD -
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00853GCU - Gestores Culturais
Autoridades: Classificação:
Maria Dora Genis MourãoEntrevistado(a)
André SturmDireção
Josephine BourgoisCoordenação
Letícia GodoyCâmera
João RabelloAssistência de câmera
Local de Produção:
Museu da Imagem e do Som - São Paulo - São Paulo - Brasil
Suporte/Formato:
Blu-Ray
Sistema: Cromia:
- Cor
Áudio: Produção:
- Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
0h 85min 47s

Sinopse/Descrição:

Maria Dora Mourão começa a entrevista contando sua passagem pelo vestibular; passando pela Psicologia, Filosofia e Teatro até ingressar na Faculdade de Cinema em 1968; seu interesse pela montagem cinematográfica; cita Rudá de Andrade, o começo da Escola de Comunicações e Artes da USP e o período da ditadura; depois de formada foi convidada para ser professora; fala do seu envolvimento com a educação e cultura; realizou mestrado e doutorado na USP e pós-doutorado na França em Ciências Sociais, onde desenvolveu uma pesquisa sobre a linguagem videográfica; fala da escolha da França e não dos EUA para seu pós-doutorado; a ajuda de Raymond Bellor em sua pesquisa.


O começo do CINUSP; é convidada pelo reitor Jean Alexandre Barbosa para a implantação e direção da CINUSP onde fica por 17 anos; fala da importância do espaço como formação, fala dos seus estagiários: Newlton Cannito, Manuel Rangel, Alfredo Manevy, Mauricio Hirata; a criação da revista Sinopse; conta sobre o fim da revista; fala dos projetores para o CINUSP; o desejo dos Pró-Reitores João Alexandre Barbosa e Jaques Marcovich do CINUSP ser uma complementação voltada para a formação dos alunos da USP; fala do desejo do Reitor de haver uma reserva técnica para filmes em 35mm; fala do CINUSP como um lugar voltado à comunidade USP com sua programação e debates pensados para a propagação e reflexão da cultura cinematográfica; fala da ajuda de André Sturm com a programação do cinema e escolha de filmes que ficam pouco tempo em cartaz; lembra dos debates mais importantes acontecidos no CINUSP; conta sobre a exibição do filme “Uma breve história do tempo”, baseado em obra de Stephen Hawking, quando foram convidados professores de Física e de Cinema e lembra do debate posterior ao filme entre os alunos de Física e Cinema; outro exemplo fala da Mostra Marguerite Duras; critica a USP por não entender a área de artes; fala da ECA; Alfredo Mesquita e a Escola de Arte Dramática; fala da necessidade e da importância de ter um instituto de artes e audiovisual; conta da relação com alunos; lembra de Paulo Sacramento e seu trabalho de fim de curso; fala da falta de espaço e recursos para o audiovisual evoluir; compara as indústrias de TV e de cinema; fala do reflexo do mundo na universidade; volta a falar de indústria do cinema, do filme para a massa e do cinema culto.


Lei do Audiovisual; cita a época de Fernando Collor; fala da co-produção no Brasil como uma abertura para a América Latina; ressalta na área de formação a importância da abertura do olhar para fora do país e para outras culturas, do olhar coletivo e não individual, cita como exemplo a Universidade de Hong Kong; fala do intercâmbio de alunos; 50 anos da ECA e do Departamento de Cinema e da ideia de realizar um box de filmes brasileiros como comemoração; compara a produção argentina e mexicana com a brasileira; critica o pensamento brasileiro de não considerar o cinema e o audiovisual linguagem fundamental para o país; fala da importância da política de Estado; cita José Padilha e Fernando Meireles; fala do crescimento do audiovisual na Argentina com a política de Estado; critica a falta de continuidade de projetos no Brasil e exemplifica com o festival de filmes estudantis argentinos e brasileiros; critica a falta de unidade no cinema brasileiro; cita o crescimento de documentários; fala do livro realizado nas conferências nacionais de documentário junto com o Festival “É tudo verdade” dirigido por Amir Labaki; a volta da produção de documentário no Brasil; cita Eduardo Coutinho e Eduardo Salles.


Fala de sua relação com a Cinemateca Brasileira, conta quando começou a fazer parte do Conselho da Cinemateca, sua ajuda na relação da ASSAC (Associação de Amigos) com a Cinemateca; fala da ASSAC; cita a direção de Carlos Magalhães junto com Olga Futemma e Patricia De Filippi; fala de Orlando Senna na Secretaria de Audiovisual e do vínculo da Cinemateca com a Secretaria de Cultura, a ASSAC se torna OSCIP; captação de recursos; retoma a importância da política de estado; da como exemplo a Programadora Brasil; cita Gilberto Gil no Ministério da Cultura; fala da Cinemateca como um lugar de cultura; ressalta o trabalho de preservação e restauração; Cita a FIAF (Federação Internacional de Arquivos de Filme); a Cinemateca em terceiro lugar na restauração de audiovisual no mundo; fala da grande crise da interrupção do projeto por questões políticas; fala da paralisação da Cinemateca; a prestação de contas; afirma que nada de sério foi encontrado; retorna a falar da ASSAC; retomada da Cinemateca; fala da sua relação com a Cinemateca e a tecnologia cinematográfica; conta o caso da participação de Walter Marte no filme de Antony Minghella; finaliza citando os filmes que gosta, entre eles “O prisioneiro da grade de ferro” de Paulo Sacramento; João Salles e o cinema pernambucano; “Vida Secas”; "O bandido da Luz Vermelha”; Eisenstein e filmes de vanguarda e “Memórias do cárcere”.


Uma versão editada dessa entrevista pode ser vista no Muti MIS, o canal de vídeos do MIS no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=1NHk9VTtK1M


Gênero:
Entrevista
Descritores:
gestão cultural; cinema brasileiro; política pública
Descritores Geograficos:
USP - São Paulo - Brasil; Cinemateca Brasileira - São Paulo - Brasil
Descritores Onomásticos:
Rudá de Andrade; Raymond Bellour; João Alexandre Barbosa; Newton Cannito; Manoel Rangel; Alfredo Manevy; Maurício Hirata; Ana Mae Tavares Bastos Barbosa; Jacques Marcovitch; André Sturm; Stephen Hawking; Margherite Duras; Alfredo Mesquita; Paulo Sacramento; Fernando Mello; Fernando Meirelles; José Padilha; Amir Labaki; Eduardo Coutinho; Carlos Magalhaes; Olga T. Futemma; Patricia de Filippi; Orlando Senna; Gilberto Gil; Serguei M. Eisenstein; Embrafilme; Ancine; Cinusp