Musicais no Cinema - entrevista com Ivan Cardoso


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--Título:
Musicais no Cinema - entrevista com Ivan Cardoso
Número do Item: Número de Registro:
00859MUA00010VD -
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00859MUA - Musicais no Cinema
Companhia Produtora:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Autoridades: Classificação:
Ivan CardosoEntrevistado(a)
Duda LeiteEntrevistador(a)
Duda LeitePesquisa
Duda LeiteCuradoria
Vânia AlmeidaProdução
André PacanoCinegrafista
Lucas MelloÁudio
Daniele DantasÁudio
Data de Produção: Data de Lançamento:
2019 26/03/2020
Suporte/Formato:
HDD (Hard Disc)
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
Estéreo Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
0h 46min 29s

Sinopse/Descrição:

(00:00) Entrevistador agradece o entrevistado por sua participação. Questiona sobre as chanchadas, a influências que elas tiveram e se ele assistia as chanchadas. O entrevistado comenta que assistiu elas na televisão e não nos cinemas, comenta sobre a televisão na década de 1960. O entrevistador questiona como esse universo das chanchadas se refletiu no trabalho do entrevistado, esse, rindo, comenta que assim ele ficou perturbado e a depois começou a utilizar drogas, ainda conversa com entrevistador, rindo, sobre maconha e como os dias de hoje estão “caretas demais”.


(02:10) O entrevistador comenta sobre o segundo filme feito pelo entrevistado que seria sobre vampiro, o entrevistado o interrompe corrigindo falado que o filme citado pelo entrevistador foi feito em Super-8. Comenta sobre fazer filmes em Super-8. Critica o filme Bacurau de Kleber Mendonça, rindo e fazendo brincadeiras.


(03:54) O entrevistador questiona sobre o Moreira da Silva no que o entrevistado critica o seu próprio trabalho com ele, conta causo na França citando Salvador da Dali e comenta sobre visões de política. O entrevistador questiona como foi gravar com ele, Moreira da Silva, o entrevistado comenta sobre suas experiências e jeito de gravar que levou a experiência com esse filme. Comenta sobre problemas que impediram de receber certificado de boa qualidade, pela censura da época tanto pelo governo como por cineastas do cinema novo. O entrevistador questiona que apesar das críticas ao cinema novo o entrevistado fez um filme sobre o Glauber Rocha, no que o entrevistado comenta que o Glauber Rocha é o pai do cinema novo, e rindo, brinca sobre os demais membros do cinema novo. O entrevistador questiona sobre a posição do Glauber Rocha sobre as chanchadas no que o entrevistado faz outra brincadeira. O entrevistador volta a questionar sobre o cinema novo, no que o entrevistado faz uma crítica sobre o Cinema novo e o nacionalismo.


(08:53) O entrevistado fala sobre o filme “As sete vampiras”, questiona se pode ser considerada uma nova chanchada, o entrevistador fala que é uma chanchada hitchckoniana. Confirma a influência e cita o Hotel Quitandinha. O entrevistador questiona como foi gravar no Quitandinha, palco de várias chanchadas.


(10:41) O entrevistador questiona se o entrevistado viu Teatro de revista, o mesmo relata que não e brinca com a própria idade.


(11:00) O entrevistador volta a falar do filme “As sete vampiras”, questiona sobre o número de Leo Jaime, ele comenta que ele gostaria que a música fosse de Raul Seixas e conta história de contato com Raul Seixas, como fez o filme com Leo Jaime e tentativa de incluir música do Raul Seixas no filme “Escorpião escarlate”. O entrevistador questiona sobre o trabalho com Ivon Curi, o entrevistado comenta como as coisas mudaram bastante do tempo em que ele gravava e os dias atuais. Ele comenta como Ivon e as demais moças que trabalharam no filme “As sete vampiras” foram incríveis, cita Wilson Grey e tece elogios a todos ele. O entrevistador comenta que eles, atores, vieram das chanchadas, o entrevistado concorda e comenta sobre essa influência.


(17:45) Entrevistador questiona sobre o trabalho com Grande Otelo, em “O rei do Baralho”, sendo nesse caso o entrevistado não era diretor. O entrevistado faz comentários sobre o trabalho do cinema atrás das câmeras. Comenta como Grande Otelo quis fazer uma música para o filme, mas como havia diferença de visões para o filme.


(20:53) O entrevistador fala do filme “Bacanal do diabo e outras fitas proibidas de Ivan Cardoso” e como ele recuperou alguns números musicais para essa obra. O entrevistado comenta sobre história do Jackson do Pandeiro e como ele queria levar o entrevistado para grava no Universo Racional.


(21:55) O entrevistador questiona como foi gravar com Sidney Magal no filme “Um lobisomem na Amazônia”, o entrevistado comenta que ele pensou no papel para o Gauby Peixoto. Comenta os problemas que levaram a ter de gravar com Sidney Magal, como se distanciou da parte musical no filme e a parte cômica que se tornou a cena musical.


(24:54) O entrevistador pergunta sobre a Influência de Jimmi Hendrix no cinema marginal, o entrevistado brinca sobre a utilização de maconha. Comenta sobre ainda ouvirem a música dele, critica Gilberto Gil por virar ministro da cultural frente o que falava antes.


(27:10) O entrevistado chama o entrevistado de mestre do Terrir, o entrevistado brinca sobre Dracula e o cachão. O entrevistador então pergunta seus musicais hollywoodianos favoritos, o entrevistado fala do início da rede Globo, e podia ver vários filmes como do Fred Astaire. Critica as faculdades brasileiras e o politicamente correto.


(30:32) O entrevistador começa a falar da Carmem Miranda, o entrevistado cita que já entrevistou Aurora Miranda, questionado como foi a entrevista o entrevistado comenta como entrevistou diversas pessoas. Cita história da sua infância, quando volta a falar de Aurora Miranda comenta que o seu trabalho retomou artistas, critica o elitismo do Cinema Novo. Menciona sobre entrevista com Aurora Miranda, Carlos Machado e mais 80 entrevistas, comenta como a Aurora contou sobre o trabalho dela e da Carmen. Fala do seu filme “Escorpião escarlate” e descreve o Brasil como “país da putaria”. O entrevistador volta a questiona sobre a Carmen Miranda e pergunta por que ela virou um ícone, o entrevistado comenta sobre a Aurora Miranda e o figuro de Carmen Miranda. Comenta sobre a migração dela para o exterior. Acaba criticando o Brasil.


(36:02) O entrevistador comenta sobre o filme “O colírio do Corman”, perguntando como foi esse encontro com Corman. O entrevistador comenta sobre esse encontro e comenta sobre sua visão de cinema. O mesmo critica o nacionalismo, O Brasil.


(39:42) O entrevistador questiona se o entrevistado fizesse um musical seria sobre quem, o entrevistado fala de Angela Maria. Fala dela e do Nelson Garcia. Agnaldo Timoteo. Cita como não há mais artistas e brinca sobre o fim do mundo.


(43:45) O entrevistador comenta sobre os filmes em parceria de Roberto Farias e Roberto Carlos, o entrevistado comenta sobre esses trabalhos. O entrevistado termina a entrevista comentando sore os tempos atuais, critica os artistas de hoje e o filme Bacurau.


Gênero:
Entrevista de História Oral
Descritores:
cinema; cinema brasileiro; chanchada; filme musical; cinema novo; maconha; droga; terror; nacionalismo
Descritores Geograficos:
França - Europa; Morro da Urca - Rio de Janeiro- Rio de Janeiro - Brasil; Pão de açúcar - Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil; Petrópolis - Rio de Janeiro - Brasil; Hotel Quitandinha - Petrópoles - Rio de Janeiro - Brasil; Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
Descritores Onomásticos:
TV Tupi; TV Record; TV Rio; TV Excelsior; Zé Bonitinho; Jackson do Pandeiro; Décio Pignatari; Torquato Neto; Moreira da Silva; José Mojica Marins; Hélio Oiticica; Haroldo de Campos; Kleber Mendonça Filho; Quentin Tarantino; Salvador Dalí; Glauber Rocha; Leo Jaime; Raul Seixas; Ivon Curi; Zezé Macedo; Lucélia Santos; Simone Carvalho; Colé; Alvamar Taddei; Dedina Bernadelli; Daniele Daumerie; Suzana Mattos; Grande Otelo; Wilson Grey; Sidney Magal; Cauby Peixoto; Jimmi Hendrix; Gilberto Gil; Drácula; Rede Globo; Fred Astaire; Carmen Miranda; Aurora Miranda; Carlos Machado; Roger Corman; Ângela Maria ; Agnaldo Timóteo; Tim Maia; Erasmo Carlos; Roberto Carlos; Roberto Farias