[Notas Contemporâneas: Danilo Caymmi - Auditório] at.


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--Título:
[Notas Contemporâneas: Danilo Caymmi - Auditório] at.
Número do Item: Número de Registro:
00821NTP00355VD -
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00821NTP - Notas Contemporâneas
Companhia Produtora:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Autoridades: Classificação:
Danilo CaymmiEntrevistado(a)
Cleber PapaEntrevistador(a)
Cleber PapaCuradoria
Cleber PapaDireção
Vânia AlmeidaProdução
Renan DanielProdução
Yan MontenegroMúsico
Rodrigo SestremMúsico
Raiza Lopes CoelhoVoz
Letícia GodoyEdição
Cínthia BuenoFotografia
Romilton RibeiroIluminação
Letícia GodoyEquipe técnica
André PacanoEquipe técnica
Bruno Café SforcimEquipe técnica
Lucas MelloEquipe técnica
Local de Produção:
São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
20/08/2018 17/12/2018
Suporte/Formato:
Blu-Ray
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
Estéreo Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
0h 88min 45s

Sinopse/Descrição:

Cleber Papa apresenta Danilo Candido Tostes Caymmi, nascido em 7 de março de 1948 no Leblon, Rio de Janeiro, filho de Dorival Caymmi e Dona Adelaide e irmão de Nana e Dori Caymmi; responde que tornou-se músico profissional entre 1972 e 1973 depois de ter cursado arquitetura, mas já ganhara o terceiro lugar no Festival Internacional da Canção de 1968 com a música "Andança" em parceria com Paulinho Tapajós e Edmundo Souto; fala brevemente sobre o relacionamento de seus pais e da relação de sua mãe com a música e a carreira de administradora de empresas; ao responder ao questionamento de Cleber Papa sobre qual conselho daria a um jovem músico responde que hoje há mais oportunidades, pois a revolução digital permite a independência do artista em relação às gravadoras; conta sobre sua relação com a filha Alice e o uso de serviços de streaming e de redes sociais por músicos e compositores.


Fala sobre sua primeira música: "O nega como é que pode"; conta da parceria com Beth Carvalho e os Golden Boys; fala da música "Casaco marrom" interpretada por Evinha; conta sobre sua participação na banda de Roberto Carlos; comenta que não há formato para novas edições dos festivais da canção no momento atual; comenta sobre a diferença entre cantar e interpretar e o cuidado que exige o ato de compor.


Banda MIS e Danilo Caymmi interpretam "O vento (Vamos chamar o vento)" e "O anjo da Noite".


Danilo conta que começou a tocar em uma flauta Block presenteada por seu pai; conta uma anedota sobre sua vontade de tocar trombone na juventude; fala sobre sua participação na gravação de diversos álbuns nos anos 1970 de músicos como Fagner, Chico Buarque e Egberto Gismonti.


Ao abandonar o curso de arquitetura entrou na escola Pró-Arte para estudar música, antes estudara flauta com professores renomados; responde sobre o contexto da formação de suas parcerias; fala da relação de sua mãe com João Gilberto e da especificidade da interpretação de seu pai, Dorival Caymmi, frente a outros músicos; comenta sobre a popularidade de uma música de seu pai na Rússia; comenta sobre a gravação do álbum "A matança do porco" da banda Som Imaginário e da influência do flautista Jeremy Steig em sua formação; Danilo e Cleber conversam sobre a complexidade das composições nas décadas passadas.


Banda MIS e Danilo Caymmi interpretam "O bem e o mal".


Comenta sobre o processo de composição da música; volta a falar sobre a personalidade de Dorival Caymmi; agradece aos flautistas Altamiro Carrilho, Jorginho e Copinha por sua generosidade; conta sobre sua participação como flautista em diversas gravações; fala sobre sua atuação na banda Nova, de Tom Jobim.


Banda MIS e Danilo Caymmi interpretam "Casaco marrom".


Fala que criou a música com Guarabyra e Renato Correa e sobre a curiosidade de conhecer versões inusitadas de suas músicas e das músicas de seus familiares; responde à questão sobre suas composições para novelas e conta sobre a existência de guias para a composição de trilhas sonoras de novelas.


Banda MIS e Danilo Caymmi interpretam "Luiza".


Conta que a música seria para Roberto Carlos, que não a gravou por superstição; sobre seu contrato com gravadoras, diz que quando começou a trabalhar com a Rede Globo foi contratado pela Continental; apesar de ser ligado em redes sociais e no mundo digital, adora estar no palco; fala de suas viagens à Europa e é questionado do porque nunca ter ido ao Japão; bem humorado rememora um show realizado no Teatro Ipanema.


Banda MIS e Danilo Caymmi interpretam "Andança".


Responde que uma das coisas que ainda não fez e que gostaria de fazer seria um show em um navio. Relembra que ao tocar com a Banda Nova no Carnigie Hall, para não pagar uma multa, interrompeu um show com Sting, Elton John e Caetano Veloso.


Gênero:
Entrevista de História Oral
Descritores:
música popular brasileira; bossa nova; compositor (música); flautista
Descritores Geograficos:
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil; Carnegie Hall - Nova York - Estados Unidos da América
Descritores Onomásticos:
Festival Internacional da Canção Popular; Dorival Caymmi; Nana Caymmi; Dori Caymmi; Paulinho Tapajós; Edmundo Souto; Beth Carvalho; Golden Boys; Egberto Gismonti; Jeremy Steig