Notas Contemporâneas - Dinho Ouro Preto - estudio


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--Título:
Notas Contemporâneas - Dinho Ouro Preto - estudio
Número do Item: Número de Registro:
00821NTP00372VD -
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00821NTP - Notas Contemporâneas
Autoridades: Classificação:
Dinho Ouro PretoEntrevistado(a)
Rosana CaramaschiEntrevistador(a)
Rosana CaramaschiPesquisa
Isabela OlmosProdução
Vânia AlmeidaProdução
André PacanoCinegrafista
Daniele DantasCaptação de som
Local de Produção:
Museu da Imagem e do Som - São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
31/07/2019 -
Suporte/Formato:
HDD (Hard Disc)
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
- Nacional

Sinopse/Descrição:

Fernando Ouro Preto, nascido em Curitiba, 27.04.64, é cantor e compositor, conhecido como Dinho Ouro Preto; como seu pai era diplomata, morou em diversos países e falava exclusivamente o inglês; volta ao Brasil aos 10 anos; cita suas memórias mais antigas, seus como Joan Baez, Bob Dilan, Tropicália, Gil, Caetano, Chico; comenta sobre o ambiente político de agitação e luta social nos Estados Unidos; destaca o engajamento desses artistas; curto período em Curitiba.

Sua chegada a Brasília, ainda em construção; o contato com Dado Villa Lobos, Herbert Viana, Bi Ribeiro; a admiração pela estética do rock, como Jimi Hendrix e Led Zeppelin; cita o filme Quase famosos; diz que considera leve a música dos Beatles; o interesse surge na adolescência; diz que ainda hoje lembra-se da primeira vez que ouviu Queen; cita alguns shows Scorpions, Status quo; sua passagem em Genebra; comenta sobre o contato com seus primeiros ídolos, Robert Plant, Gary Lee, Rush, já adulto; a proximidade musical com seu irmão e o incentivo dos pais;

Fala sobre o retorno ao Brasil, em 1979; o contato com a Turma da Colina, Aborto Elétrico; destaca o trabalho precoce de Renato Russo; cita algumas bandas brasileiras precedentes como Casa das maquinas, Made in Brasil; comenta sobre a formação da Turma da Colina; destaca a estética simples do punk rock que pretende ser acessível a todos.

O contato pessoal com Renato Russo e Aborto Elétrico; comenta o interesse que Renato tinha pelo cinema; o contexto político da redemocratização; comenta sobre a censura ainda nesse período; as convocações não eram atendidas, mas os shows aconteciam mesmo sem autorização; diz que tinham uma visão pueril do contexto político; pretendia estudar ciências sociais; comenta sobre o isolamento da produção cultural do grupo brasiliense.

Comenta sobre a criação da Blitz, Barão Vermelho, no Rio de Janeiro, nos anos 1980; fala sobre a ideologia do movimento punk rock; diz que havia segmentação entre diversas vertentes do rock que marcou os anos 1980.

Fala sobre a iniciação profissional na música; a formação do Capital Inicial; diz que a sua maior referência para o canto com o Renato; comenta sobre seu interesse e contato com políticos, Lula, Marina, FHC; sua iniciação começou com a composição de musica, harmonia, melodia e qque demorou a se descobrir como vocalista; diz que hoje percebe uma falta de preparo marca nos primeiros trabalhos; comenta a diferença de gerações de rock como Nirvana; comenta sobre a ambiguidade dos anos 1980.

A vinda para São Paulo; diz que considera muito bom o primeiro álbum do Capital pela proposta de urgência; fala sobre as dificuldades técnicas da primeira gravação;

Conta sobre sua saída do Capital e sua produção carreira solo; diz que percebe uma irregularidade na produção do Capital; considera o Vertigo como um marco na sua carreira musical; destaca a orientação de Mitar Subotic na sua técnica vocal; sabe que sua produção autoral foi um fracasso comercial; fala sobre projetos paralelos nos anos 1990 como jingles, traduções; destaca que em 1997 não sobe ao palco.

Fala sobre uma retomada do Capital e da geração do rock de Brasília, a partir do 1998, destacando sua projeção no exterior e a continuidade da produção desde então; conta sobre seu processo de composição entre melodia e letra;

Sua longa parceria e cumplicidade com o Alvin L; fala sobre a linguagem do rock; diz que a simplicidade permanece na composição do Capital; parceria com artistas mais jovens, Charlie Brown; Seu Jorge, Lenine, Fresno.

Fala sobre sua disciplina diária de estudos; fala sobre sua recuperação após o acidente em 2009; destaca incorporação de diversas tendências na cultura popular na música brasileira, a renovação do final dos anos 1950; fala sobre o idealismo e otimismo de momentos históricos, Lula, redemocratização; diz que o rock não está mais tão circunscrito e o círculo musical é mais colaborativo; cita Selvagens à procura da lei, Zimbra, Far from Alaska; diz que o rock dos anos 1980 ainda está presente nas referencias culturais.

Fala que vê certa convergência entre MPB e rock naTropicalia; fala sobre a relação entre melodia e letra; fala sobre as mudanças comuns a algumas bandas; fala sobre a tecnologia do streaming; diz que é importante estar em movimento para a carreira; diz que sente satisfação quando canta nos shows; conta sobre a elaboração dos shows; diz que prefere estúdio; fala sobre a diferença entre estúdio e show; comenta seu gosto musical; destaca o momento político conservador em diversos países, Itália, Estados Unidos; fala que na música o ambiente também está polarizado; diz que a vida o emociona; agradece e encerra a entrevista.


Gênero:
Entrevista; Entrevista de História Oral
Descritores:
contracultura; arquitetura; punk rock; ditadura militar; rock and roll; rock brasileiro; tropicalismo
Descritores Geograficos:
Brasília - Distrito Federal - Brasil; São Paulo - São Paulo - Brasil; Califórnia - Estados Unidos da América; Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
Descritores Onomásticos:
Joan Baez; Bob Dylan; Tropicália; Gilberto Gil; Caetano Veloso; Chico Buarque; Lucio Costa; Dado Villa-Lobos; Led Zeppelin; Jimi Hendrix; Black Sabbath; Queen; Bad Company; Paul Rogers; Deep Purple; The Beatles; Ramones; Robert Plant; Gary Lewis; Plebe Rude; Aborto Elétrico; Blitz 64; Chuck Berry; Capital Inicial; Lula; Fernando Henrique Cardoso; Skank; Liminha (produtor musical); Suba; MTV (Rede de televisão); Charlie Brown Jr; Lenine; Racionais MC´s; Sepultura (banda); Tom Jobim; Ratos de Porão; Zimba; Red Hot Chili Peppers; U2 (banda); Rolling Stones; Renato Russo