Notas Contemporâneas: Eduardo Araújo - Estúdio


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--Título:
Notas Contemporâneas: Eduardo Araújo - Estúdio
Número do Item: Número de Registro:
00821NTP00356VD -
Uso e acesso:
Consulta local com agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00821NTP - Notas Contemporâneas
Companhia Produtora:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Autoridades: Classificação:
Eduardo AraújoEntrevistado(a)
Rosana CaramaschiEntrevistador(a)
Renan DanielProdução
André PacanoCinegrafista
Letícia GodoyCinegrafista
João RabelloCinegrafista
Lucas MelloCinegrafista
Local de Produção:
São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
10/10/2018 16/01/2019
Suporte/Formato:
Blu-Ray
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
Estéreo Nacional
Idioma: Classificação:
Português
Duração
0h 182min 19s

Sinopse/Descrição:

Eduardo Oliveira Araújo, músico e compositor brasileiro, nasceu em 23 de Julho de 1942, em Joaíma, Minas Gerais.

Filho de fazendeiro, fala sobre suas memórias musicais, lembra de moda de viola, canções folclóricas e sanfona; lembra ainda que na fazenda, havia um serviço de alto-falante em que todos escutavam a Rádio Nacional e as músicas de Luiz Gonzaga e Pedro Raymundo.

Conta que estudou em colégio interno, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Menciona os primeiros instrumentos musicais, não profissionais, que ganhou do pai; fala sobre suas primeiras experiências musicais, destacando uma apresentação de teatro no colégio.

Fala do difícil período de adaptação no colégio interno e sua aproximação com o esporte.

Fala sobre a descoberta do seu talento no canto, quando também se aproximou do acordeon, quando tinha 10 anos; destaca um documentário sobre rock; fala sobre os costumes e comportamento dos jovens da sua época, as festas e reuniões que organizavam; fala sobre quando decide estudar violão.

Fala sobre a relação e o apoio dos pais para a música; conta sobre a participação do Programa Aldair Pinto, ainda na adolescência; conta que ficou conhecido por aparecer na televisão, ainda que o aparelho não fosse popular; conta como decidiu que iria para a música; cantava na Rádio em Minas Gerais, era o rei do rock mineiro; destaca ainda que Agnaldo Timóteo era o “Cauby Mineiro”.

Fala sobre sua primeira composição “Rock com farinha”, mistura de rock com baião; fazia cover de Little Richard, Elvis; fala sobre a criação de sua banda, ainda em Minas; conta como começou a tocar guitarra; fala sobre os pequenos shows que realizava em circos, em cinemas, os costumes, o comportamento e a empolgação do público; destaca algum as participações em concursos de dança.

Conta sobre a atuação na banda, rádio e TV; transição para o Rio de Janeiro, aos 16 anos; o contato com Carlos Imperial em eventos cariocas e do Clube do Rock; contato com a Rádio Mairinque Veiga; fala sobre o universo musical do Rio; lembra o sucesso da primeira apresentação como marco inicial da sua carreira, ainda 17 anos; fala sobre a gravação do primeiro compacto.

Fala sobre sua primeira composição; comenta sobre o apoio da família para a carreira; menciona um curso de veterinária; destaca “O bom”, seu primeiro sucesso, em parceria com Carlos Imperial; fala sobre o clube do rock; fala que o rock estava bem inserido na cultura jovem; lembra que inicialmente Chacrinha rechaçava o rock em seu programa.

Diz que não participou dos festivais, pois era contratado da Excelsior; menciona gravação de álbuns e parceria com Tim Maia; comenta sobre a pausa na carreira, em meados da década 1960; fala sobre o retorno para a Odeon; diz que a Jovem Guarda foi apenas um programa de TV; fala sobre o programa com Silvinha; fala sobre a parceria com Tim Maia; o contato com Erasmo Carlos; comenta sobre problemas que Tim Maia teve com drogas; fala sobre as referências que Tim Maia trouxe dos Estados Unidos; o sucesso da banda com Tim Maia; destaca “A onda e o boogaloo” como o primeiro disco de soul no Brasil; fala sobre as nuances da sonoridade do soul; fala sobre o apoio que deu ao Tim Maia para deslanchar.

Considera que o rock foi uma revolução na música mundial; lamenta que o mercado tenha impedido que algumas bandas chegassem ao publico, cita Som Nosso de cada dia; considera que a Jovem Guarda foi um movimento comercial; destaca que nunca teve um compromisso com as demandas das gravadoras.

Comenta sobre o gênero country; como evolui para o rock progressivo; define-se como country rock; fala sobre seu projeto “do country rock à viola caipira”; menciona a passagem de Cleber Papa na Continental; fala sobre o programa musical Brasil Rural.

Aconselha novos músicos a serem persistentes; diz que não segue rotina para compor; gosta de parcerias; diz que ainda gostaria de compor com Renato Teixeira; quando toca, pensa no seu público; comenta sobre seu livro de memórias “Pelos caminhos do rock: memórias do Bom”; diz que tem vontade de participar de um rodeio em Barretos; comenta que sua fazenda foi invadida; fala sobre projetos futuros com Ivan Lins, Chitaozinho e Xororó; diz que ainda existem músicos talentosos, mas que infelizmente não vão ter oportunidade por conta do mercado; destaca os americanos como preferência musical; diz que a vida o emociona; agradece e encerra a entrevista.


Gênero:
Entrevista de História Oral
Descritores:
jovem guarda; rock and roll; rock progressivo; rádio; emissora de rádio; moda de viola; programa de televisão; baião (música); gravadora; soul
Descritores Geograficos:
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil; Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil; Barretos - São Paulo - Brasil
Descritores Onomásticos:
Rádio Nacional; Luiz Gonzaga; Pedro Raimundo; Agnaldo Timóteo; Cauby Peixoto; Little Richard; Elvis Presley; Carlos Imperial; Jair de Taumaturgo; Rádio Mayrink Veiga; Celly Campello; Tony Campello; Ed Wilson; Rádio Guanabara; Fernando Costa; Chacrinha; Tim Maia; Erasmo Carlos; Nivaldo Ornelas; Paulo Braga; Marcelo Nova; Sérgio Reis; Renato Teixeira; Ivan Lins; Chitãozinho e Xororó