[Notas Contemporâneas - Luiz Ayrão - estúdio] at.


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--Título:
[Notas Contemporâneas - Luiz Ayrão - estúdio] at.
Número do Item: Número de Registro:
00821NTP00359VD -
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00821NTP - Notas Contemporâneas
Companhia Produtora:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Autoridades: Classificação:
Luiz AyrãoEntrevistado(a)
Cleber PapaDireção
Cleber PapaCuradoria
Rosana CaramaschiPesquisa
Rosana CaramaschiEntrevistador(a)
Renan DanielProdução
André PacanoCinegrafista
João RabelloCinegrafista
Lucas MelloCinegrafista
Local de Produção:
São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
21/11/2018 -
Suporte/Formato:
Blu-Ray
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
Estéreo Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
0h 212min 44s

Sinopse/Descrição:

O cantor e compositor Luiz Gonzaga Kedi Ayrão nasceu em 19/01/1942, no Rio de Janeiro, é conhecido como Luiz Ayrão; diz que seu nome Luiz Gonzaga é homenagem ao santo; fala sobre suas primeiras memórias sobre o samba de morro no Rio; diz que seu pai era militar, tocava na banda e assim surge sua iniciação com instrumentos musicais; seu pai cantava Orlando Silva e Silvio Caldas; comenta sobre seu projeto atual com Zeca Baleiro e Zeca Pagodinho; diz que aprendeu primeiro violão, autodidata com 10-11 anos; fala sobre a perda de seu pai, e a aproximação de sua relação com a música.

Destaca outras influências musicais em sua família; diz que seu multitalento como cantor, compositor de letras e melodias é herança de sua família.

Fala sobre outras memórias de sua infância no Rio de Janeiro; diz que ainda ouvia Luiz Vieira, João Gilberto, Tom Jobim; fala que havia menos segmentação de gênero na rádio.

Comenta sobre sua primeira composição; fala sobre o bar do Divino e diz que havia no Rio o “apartheid musical”; diz que pensava em composição ainda criança; sem citar nomes, conta que aos 17 anos uma gravadora utilizou canções sem lhe dar crédito.

Fala sobre o bar do Divino, em 1958; comenta sobre seu contato com Tim Maia, Erasmo Carlos e outros artistas; comenta sobre o talento de Tim; fala sobre sua parceria com Roberto Carlos em 1962; destaca que sonhava uma carreira musical; fala sobre o retorno financeiro de "Splish Splash" e diz que ainda mantinha os planos no Banco do Estado da Guanabara; começou a ganhar dinheiro com 22 anos como compositor; fala sobre a composição de “Nossa canção”; destaca que ganhava muitos bônus como bancário; conta sobre a época que tentou conciliar vida artística e vida bancária; conta como se tornou procurador do Banco da Guanabara.

Fala sobre a sua atuação como cantor; diz que sua primeira apresentação como cantor foi “Liberdade, liberdade”, no festival “O Brasil canta no Rio” da TV Excelsior em 1968; fala sobre as parcerias que surgiram a partir de “Nossa Canção”.

Retoma a fala sobre a Jovem Guarda; fala sobre seu trabalho com samba; diz que fazia composições de samba, mas não tinha acesso às gravadoras e intérpretes; conta como conciliava o trabalho como advogado, cantor e compositor; fala sobre a relação com a EMI; fala sobre o lançamento do seu primeiro álbum; sobre como começou a fazer shows, como escolhia o repertório; fala sobre a saída do banco, os trabalhos com a Odeon.

Sua chegada a São Paulo; destaca que foi um momento de crescimento do samba, cita casas de samba; diz que Tim Maia pediu-lhe pra ser seu procurador, em 1972.

Emociona-se ao falar sobre a perda de seu pai; destaca algumas lembranças afetivas sobre São Paulo; fala sobre a abertura de casas de shows em São Paulo; fala sobre desafios de administrar a carreira artística; fala sobre a abertura da casa “Sinhá Moça”; fala sobre um karaokê que abriu na Liberdade, sobre o “Anhembi Canecão”; destaca sua admiração por Chico Anísio.

Fala como conciliava o trabalhador, o compositor e o administrador de casas de shows; fala sobre a volta ao Rio; diz que sentia falta da natureza do Rio; diz que se considera um mau administrador; comenta sobre sua rede de óticas no Rio de Janeiro; cita ainda outras atividades que desenvolveu na política, direito, jornalismo, literatura.

Diz que somente aos 60 anos quis se dedicar à vida musical; destaca o sucesso da ótica; comenta como a música o ajudou neste negócio, no final dos anos 90; fala sobre seus shows atualmente; fala sobre a mudança do mercado musical.

Diz que o brasileiro gosta da música brasileira; destaca a importância das redes sociais para a divulgação de suas músicas; destaca trechos de diversas canções que se tornaram populares; diz que atualmente compõe letra e melodia ao mesmo tempo; diz que gosta de fazer música para o público, não para músicos; comenta sobre o trabalho de Hermeto Pascoal e Edu Lobo.

Fala sobre o pagamento de direitos autorais na internet; fala sobre o segmento do público de samba atualmente; destaca a importância das redes sociais na comunicação; fala que não tem rotina para compor; fala sobre a gravação de “Lencinho”; fala sobre a publicação de seus três romances; comenta sobre a importância da religião em sua vida; fala sobre a importância de sua família; agradece e encerra a entrevista.


Gênero:
Entrevista de História Oral
Descritores:
composição (música); festival de música; gravadora; rádio; emissora de rádio; casa de espetáculos; jovem guarda; samba; novela; trilha sonora
Descritores Geograficos:
Tijuca - Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil; São Paulo - São Paulo - Brasil
Descritores Onomásticos:
Zeca Baleiro; Zeca Pagodinho; Jamelão; Luiz Vieira; João Gilberto; Tom Jobim; Vinícius de Moraes; Paul Anka; Waldick Soriano; Rádio Nacional; Tim Maia; Roberto Carlos; Erasmo Carlos; CBS; Jô Soares; TV Excelsior; Sérgio Bittencourt; Rildo Hora; Gravadora RCA Records; Gravadora Odeon; Leny Andrade; Pery; João Nogueira; Clara Nunes; Beth Carvalho; Originais do Samba; Jair Rodrigues; Demônios da Garoa; Chico Anysio; Chocolate; Elis Regina; Hermeto Pascoal; Edu Lobo; Dori Caymmi; Dorival Caymmi; Danilo Caymmi