Notas Contemporâneas - Ná Ozzetti - auditório


Vídeo





O acervo do MIS está disponível apenas para consulta local gratuita. O usuário é o único e exclusivo responsável pelo respeito aos direitos autorais, personalíssimos e conexos das obras pesquisadas. É vedada a reprodução de obras originais ou cópias, no todo ou em parte, de qualquer forma e para qualquer finalidade, em conformidade com a Lei 9.610 de 19.02.1998


Para reprodução de qualquer obra, original ou cópia, em quaisquer meios e mídias e para quaisquer fins, e para solicitação de empréstimos, o interessado deverá seguir os procedimentos estabelecidos pela Política de Acervo do Museu. Para informações sobre empréstimo, reprodução e demais usos, entre em contato com a equipe do CEMIS através do Fale Conosco.



--Título:
Notas Contemporâneas - Ná Ozzetti - auditório
Número do Item: Número de Registro:
00821NTP00380VD -
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00821NTP - Notas Contemporâneas
Companhia Produtora:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Autoridades: Classificação:
Ná OzzettiEntrevistado(a)
Cacá MachadoEntrevistador(a)
Yan MontenegroArranjo
Yan MontenegroPianista
RaaeVoz
Rodrigo SestremFlautista
Rosana CaramaschiCuradoria
Isabela OlmosProdução
Vânia AlmeidaProdução
André PacanoCinegrafista
André PacanoEdição
Lucas MelloCinegrafista
Diego ValverdeEquipe técnica
Bruno Café SforcimEquipe técnica
Daniele DantasEquipe técnica
Mauro VelhoEquipe técnica
Lucas MelloEquipe técnica
Wilson GuedesEquipe técnica
Romilton RibeiroIluminação
JosyaraVoz
Jennyfer YoshidaEdição
Local de Produção:
São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
09/10/2019 20/03/2020
Suporte/Formato:
HDD (Hard Disc)
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
Estéreo Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
0h 89min 14s

Sinopse/Descrição:

Cleber Papa, diretor cultural do museu, dá as boas-vindas, apresenta a banda, o apresentador Cacá Machado e Ná Ozzetti.


Cacá Machado apresenta a banda, a artista Ná Ozzetti (breve biografia) e ela começa falando da sua história, de sua família de músicos, que sua memória mais remota é com música dentro de casa, com o seu pai ouvindo rádio e sua mãe os orientava a serem crianças; fala que estudou em uma escola pública que valorizava as artes; comenta que sempre cantou desde criança; que o seu irmão tocava violão e levava os amigos para casa; que ela sonhava em subir ao palco com o irmão.


Diz que era fã de Rita Pavone, sua primeira referência de cantora performática; e que sua primeira experiência em palco foi com o seu irmão Dante; e que seu irmão Marco tinha uma banda de rock e ensaiava durante a semana; e o irmão Dante tinha um grupo de samba que se encontrava para cantar aos finais de semana.


Comenta o curso de Artes Plásticas, na Faap, onde estudou e conheceu Edith Derdyk, que a apresentou ao Paulo Tatit, do Grupo Rumo, em 1978; e ela diz que pertenceu a esse grupo posteriormente. Ná diz que o Paulo a ouviu cantar no seu aniversário, no sítio do seu pai, em Trindade, e que, por conta disso, a convidou para fazer parte do grupo. E ela ressalta que no dia 31 de janeiro de 1979 conheceu todos os integrantes do Rumo e, a partir dali, deu-se a sua entrada oficial. Cita os LPs “Rumo” e “Rumo aos antigos”, que lançaram em 1981.


Banda MIS toca “Canto em qualquer canto” e “A velha fiando” (aos 12´ 07”)


Fala da proposta do canto falado e de sua metodologia de trabalho, difundidos pelo Rumo; do projeto de reinterpretação da obra de Lamartine Babo e Noel Rosa feito pelo Rumo; de suas cantoras referência como Clara Nunes, Maria Bethânia, Gal Costa e Elis Regina.


Comenta a pesquisa que o grupo Rumo fez sobre a obra do Sinhô, que iam até a casa de colecionadores de LPs de 78 rotações com seus gravadores com fitas cassete para registrar a obra do artista pesquisado; diz que nessa época começou a ter contato com cantoras antigas e cita Marília Batista, Aracy de Almeida e Carmen Miranda.


Fala da música “Canto em qualquer canto” em parceria com Itamar Assumpção; diz que ele arrancou a folha do seu caderno e entregou a letra para ela; Ná diz que se inspirou em uma morna (gênero musical de Cabo Verde) para fazer a música para essa letra. Relata o seu trabalho como compositora, que surgiu a partir do segundo disco solo chamado “Ná”; e da parceria profissional que tem com o seu irmão Dante Ozzetti, ela o chamou para ajudá-la quando decidiu ser intérprete.


Diz que estudou música na Fundação das Artes de São Caetano do Sul juntamente com os seus irmãos; e que a ECA (Escola de Comunicações e Artes da USP) estava mais voltada para a música erudita. E que compõe com o piano e, atualmente, com o logic, mas no começo da carreira usava um teclado.


Comenta o seu primeiro disco, Ná Ozzetti (de 1988), e Ná (de 1994); fala das aulas de dança com Denilton Gomes e de piano com Ricardo Breim. Diz que nessa época gostava bastante de ir a shows instrumentais, cita o de Hermeto Pascoal e Egberto Gismonti; e comenta as composições de música que elaborava com Edith Derdyk. E que teve muito incentivo de Luiz Tatit para compor. E das parcerias do segundo disco com Bocato, Suzana Salles, Itamar Assumpção e Luiz Tatit.


Banda MIS toca “Show” (aos 34´59”)


Fala que ganhou um festival na Rede Globo com essa música de Fábio Tagliaferri e Luiz Tatit, em 2000; e que esse trabalho resultou em um disco que recupera canções antigas das décadas de 1940 e 1950; comenta o CD Estopim (de 1999), que teve um núcleo fixo de músicos envolvidos (ela, Dante Ozzetti, Itamar Assumpção, Luiz Tatit e José Miguel Wisnik); fala do processo de produção desse disco e da parceria com a Eldorado na sua distribuição.


Diz que a sua trajetória sempre foi ligada à música independente; fala do álbum Balangandãs (2009) e da banda que gravou esse disco, continua com eles até hoje (Sérgio Reze, Mário Manga, Zé Alexandre Carvalho, Dante Ozzetti e Fernando Sagawa, este mais recente); Ná responde perguntas do público sobre a opção pela carreira solo, a influência do tai chi chuan nas suas composições, ela diz que canta como uma bailarina; elogia as cantoras Carmen Miranda e Rita Lee no palco; e responde pergunta se a Vila Madalena era um celeiro de músicos na sua época.


Banda MIS toca Equilíbrio (aos 58´34”)


Fala como compõe ao lado de Luiz Tatit, que ele gosta de receber as músicas para colocar a letra; Ná comenta que já pensa para quem vai enviar a música no momento da composição. E fala sobre o álbum Balangandãs (2009), que sempre cantou Carmen Miranda nos seus shows; relata a importância de Carmen Miranda na sua formação de intérprete. Fala do CD com André Mehmari chamado Piano e Voz;


Banda MIS toca “Baú de guardados” (aos 70´08”)


Ná comenta da autoria de Alice Ruiz nessa canção; que Alice compôs na sua casa; fala do seu encontro com José Miguel Wisnik, que resultou no disco “Ná e Zé” (2015); e fala de sua amizade com Zé Wisnik desde o seu primeiro álbum solo. Fala dos quarenta anos de carreira, do show para celebrar essa data. Agradece o público, o museu pela oportunidade, elogia o projeto Notas Contemporâneas e a banda.


Banda MIS toca "Meu quintal" (aos 85´52”)


Ná Ozzetti canta com a banda.


Gênero:
Entrevista; Apresentação Musical
Descritores:
samba; rock and roll; artes plásticas; composição (música); piano; dança
Descritores Geograficos:
Fundação Armando Álvares Penteado - São Paulo - Brasil ; São Caetano do Sul - São Paulo - Brasil
Descritores Onomásticos:
Ná Ozzetti; Rita Pavone; Fundação das Artes; Edith Derdyk; Paulo Tatit; Grupo Rumo; Luiz Tatit; Lamartine Babo; Noel Rosa; Clara Nunes; Maria Bethânia; Gal Costa; Elis Regina; Sinhô; Aracy de Almeida; Marília Batista; Carmen Miranda; Rita Lee; Itamar Assumpção; Denilton Gomes; Hermeto Pascoal; Egberto Gismonti; Bocato; Suzana Salles; José Miguel Wisnik; Andre Mehmari; Alice Ruiz