Notas Contemporâneas - Ná Ozzetti - estúdio


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--Título:
Notas Contemporâneas - Ná Ozzetti - estúdio
Número do Item: Número de Registro:
00821NTP00378VD -
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00821NTP - Notas Contemporâneas
Companhia Produtora:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Autoridades: Classificação:
Ná OzzettiEntrevistado(a)
Rosana CaramaschiEntrevistador(a)
Rosana CaramaschiPesquisa
Rosana CaramaschiCuradoria
Isabela OlmosProdução
Vânia AlmeidaProdução
André PacanoCinegrafista
André PacanoEdição
Jennyfer YoshidaCinegrafista
Jennyfer YoshidaEdição
Daniele DantasÁudio
Local de Produção:
São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
09/10/2019 16/03/2020
Suporte/Formato:
HDD (Hard Disc)
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
Estéreo Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
0h 212min 51s

Sinopse/Descrição:

Entrevista com a cantora e compositora paulistana Maria Cristina Ozzetti, conhecida por Ná Ozzetti, nascida em 12 de dezembro de 1958, na zona oeste da capital paulista.


Ela inicia a entrevista falando que nasceu na região oeste da cidade, na divisa entre Perdizes, Pompéia e Água Branca, diz que sua casa ficava perto do Palmeiras, e que gostou de morar na região da Paulista por dois anos. Diz que sempre teve música na sua família e que seu avô materno gostava de ópera e que se ouvia música clássica na casa dele, seus tios tocavam instrumentos. Fala que seu pai adorava música e dormia ouvindo rádio. E que na infância gostava de assistir aos festivais e programas de música como o Fino da Bossa e Tropicália. Ela se recorda, com alegria, do grupo Os Mutantes andando de jeep na rua perto de sua casa.

Comenta que o seu pai comprou um piano, e todos estudaram um pouco, ela se refere a ela e seus irmãos. Diz que estudaram no grupo escolar experimental Dr. Edmundo de Carvalho, na Lapa, onde as artes de maneira geral eram bem respeitadas. Fala da professora Sofia Helena, responsável por sua iniciação musical e a de sua irmã. E que sua irmã se tornou flautista por causa das aulas de flauta doce desse colégio.

Diz que o seu irmão Dante começou a tocar violão, e a compor, incentivado pela professora Sofia Helena. E que ela, Ná Ozetti, sempre gostou de cantar, e que esse lado sempre a acompanhou, e que dizem que ela canta desde os 2 anos e meio de idade. Quando criança ela se lembra de brincar imitando os programas de música da TV e se lembra do formato “Esta noite se improvisa”.

Fala que a Rita Pavone foi sua primeira grande inspiração musical, e ela tinha ainda uns 3 anos de idade. Outras referências musicais citadas por Ná Ozzetti são: Elis Regina; Caetano Veloso e sua música “Alegria, alegria”, quando ela tinha 8 anos; e Rita Lee em “Os Mutantes”. Acrescenta que teve aulas particulares de piano aos 7 e 16 anos de idade; e, posteriormente, foi aluna de Felix Wagner. Afirma que o seu instrumento sempre foi o piano.

Ressalta que sempre foi tímida, mas para cantar era desinibida; e que nunca teve aulas de canto. Aos 15 anos, já segura que gostaria de ser cantora, procurou aulas de canto, mas foi desaconselhada a prosseguir por causa de sua idade, ainda muito jovem, e que a sua voz estaria em desenvolvimento. Foi autodidata em canto.

Destaca as cantoras a seguir como referências importantes da sua adolescência: Maria Bethânia, Gal Costa, Clara Nunes, Rita Lee e Flora Purim. Menciona que descobriu a Flora quando estava entrando na faculdade. E cita João Gilberto também como uma referência importante, e recorda-se que os Beatles foram outra inspiração, especialmente na infância, aos 3 anos de idade, e ouvia a música dessa banda na casa de sua madrinha, na vitrola do seu primo.

Comenta os gostos musicais dos seus irmãos; Marco mais para o rock, e Dante para a música brasileira, e se lembra de Marco entrando na casa onde viviam com os LPs Sgt. Pepper's e Abbey Road, dos Beatles, e fala animada da emoção de ouvir a canção “Come together” pela primeira vez.

Diz que foi “backing vocal” na banda do seu irmão Dante; e rememora que ele promovia rodas de samba na casa da família; tocavam Nelson Cavaquinho, Vinicius de Moraes, e Ná Ozzetti participava. E ela fala que o seu irmão Marco tinha uma banda de rock que ensaiava na sua casa durante a semana, e que ela gostava de ver. Ela brinca que durante a semana era roqueira e, aos finais de semana, sambista.

Fala que a primeira vez que subiu ao palco foi no colégio Santo Américo, como “backing vocal”, para o samba do seu irmão Dante; e que ficou em êxtase com essa experiência e considera esse momento decisivo na escolha da carreira musical. E acrescente que procurou aulas de canto após essa vivência.

Comenta a sua graduação em Artes Plásticas na Faap; diz que pintava quadros antes de entrar na faculdade inspirada pelo seu avô e tia maternos; que seu avô materno era um grande desenhista e pintor, que ela adorava mexer na escrivaninha dele e pegar uns papeis e rabiscos; e que sua tia materna também desenhava bem, trabalhava como ilustradora de livros. Ela complementa que prestou vestibular para Biologia e Cinema, na USP, e Artes Plásticas, na Faap; e que não prestou vestibular para música na ECA porque achava que não cumpria com as exigências por não ter vivência em Conservatória. Diz ter tido aula com Ubirajara Ribeiro, Regina Silveira, entre outros grandes professores.

Ressalta que na faculdade começou a se interessar por jazz, cita Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Sarah Vaughan; e o seu gosto por esse estilo musical foi a partir da música de Milton Nascimento e do Clube da esquina.

Fala do que ouvia na juventude; ia aos shows dos Mutantes; ouvia Rita Lee e cita os seus discos “Atrás do porto tem uma cidade” e “Fruto Proibido”; menciona a banda O Terço. Ela diz que ia a muitos shows de rock. Nessa época quem fazia sucesso, segundo ela, eram bandas como Pink Floyd, Genesis, Yes. E afirma que ouvia Tom Jobim e João Gilberto.

Diz que cantou bastante na época da faculdade, onde conheceu a artista Edith Derdyk. E foi através dela que Ná Ozzetti conheceu o Paulo Tatit, namorado de Edith, e o grupo Rumo. Ela afirma que as Artes Plásticas ajudaram no seu trabalho com música, mas disse que não tinha como competir com os seus colegas de Artes porque não tinha a vivência que eles tinham.

Comenta que entrou para o grupo Rumo em janeiro de 1979, e, na Faap, em 1977. E que conheceu o Paulo Tatit no final de 1978. Ná Ozzetti fez uma festa de aniversário em dezembro de 1978, no sítio do seu pai, em Trindade (RJ), e quando ela foi lavar algo no tanque, cantou um pouco, e esse tanque ficava ao lado do quarto onde estavam o Paulo Tatit e a Edith Derdyk. Ela diz que o Paulo contou para ela que foi até a janela para ouvi-la cantar e Ná Ozzetti considera esta experiência a sua primeira audição oficial para o grupo Rumo. Depois, ela complementa que o Paulo veio conversar com ela sobre o grupo.

Fala das características do Rumo que, segundo Ná Ozzetti, era um grupo de discussão de música, que propunha o canto-falado; diz que cantava a canção “Quantos beijos”, de Noel Rosa, e que ficava na mesa de som. Acrescenta que ganhava um dinheiro cantando samba às sextas-feiras em uma casa de gafieira do IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil).

Explica a sua relação com a dança em 1979. Teve aulas com Klauss Vianna com o objetivo de se soltar mais, pois era muito tímida. E, desde então, ressalta que nunca abandonou a dança, que convivia no paralelo com a sua atuação no Rumo. E fazia, também, aulas de canto quando entrou para o Rumo. Abre um parêntesis para dizer que antes de entrar no Rumo, estudou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul, em 1978, que ensinava música popular, com os seus irmãos, menos o Marco. Nessa escola ressalta que teve aulas com grandes nomes como Edgard Possas, Amilson Godoy, Roberto Sion, Hector Costita, entre outros.

Detalha os seus estudos na Fundação das Artes, onde teve aulas de harmonia, percepção, história da música, rítmica e técnica vocal. Diz que tudo que sabe sobre estrutura da música aprendeu lá. Ao falar do grupo Rumo, cita as integrantes femininas que passaram pelo grupo como Téia, que ficou por um ano, e, depois, entrou Ciça Tuccori (no piano, acordeon, vibrafone e flauta).

Relata a sua convivência com os integrantes do Rumo; que estranhou no começo o método por ser um grupo de debate; fala do objetivo do grupo que era a pesquisa da canção brasileira, com o resgate de músicas antigas de artistas como Sinhô, Noel Rosa, Lamartine Babo, coordenado por Luiz Tatit, e, tinha, também, o trabalho de composição do próprio repertório. Ela comenta que a primeira canção que recebeu para interpretar chamava-se “Cansaço”, enviada pelo Zecarlos Ribeiro, e acredita que todos gostaram; depois, segundo ela, o Luiz Tatit passou a sua música, “Canção bonita”, para ela cantar; ela gravou, também, “Ninguém chora por você”.

Ela afirma que o Rumo foi uma de suas principais escolas de canto e de música; e fala da Vanguarda Paulista, do início dos anos 1980, com representantes como Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção, Premeditando o Breque (Premê), Tetê Espíndola, Vânia Bastos, Eliete Negreiros, Virgínia Rosa, Suzana Salles e Alzira Espíndola. Segundo ela, eram trabalhos que traziam experimentações, novas formas de compor e de se apresentar. E diz que sentia muito orgulho de fazer parte da Vanguarda Paulista; que não perdia os shows de Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção, do Premê; que era colega e espectadora ao mesmo tempo.

Fala que teve muita influência de Itamar Assumpção para compor, e do Rumo para cantar. E que nos anos 1980 a composição estava distante dos seus projetos. Comenta que, por sugestão do Lira Paulistana, começou a sua experiência solo, e chamou o seu irmão Dante para trabalhar com ela.

Acrescenta que ensaiava com o Rumo em um estúdio na Praça Benedito Calixto, e que não tinham mais debates quando ela entrou. Diz que o primeiro show do Rumo tinham composições do grupo e, também, um pouco do Lamartine Babo e do Noel Rosa; no segundo show tinham composições do Sinhô (José Barbosa da Silva). Fala do processo de criação dos shows do Rumo, que iam até a casa de colecionadores e gravavam o que interessava em fitas cassete, e depois se reuniam para escolher o repertório. Nesse contexto, segundo ela, começava-se a se falar em discos com produção independente. E lançaram dois discos: Rumo aos Antigos e Rumo. Diz que quando se grava um disco se começa, realmente, a se profissionalizar; e começa a ter um retorno de pessoas diferentes.

Acredita que a forma como o Rumo trabalhava não era impeditiva para as pessoas compreenderem, e que tinham muito público, mas as regras do mercado não davam muito espaço de exposição para eles na mídia. Relata as dificuldades e as delícias da convivência com o Rumo por dez anos, destaca a liberdade de criação, de experimentação, de descobrir algo novo, o que ela mantém até hoje no seu trabalho. Comenta que o som do Rumo foi taxado como alternativo, e isso era frustrante. Critica a indústria da música que define padrões a serem aceitos, afunila, e cita a Rita Lee, Gal Costa, Gilberto Gil, Lulu Santos e os Titãs como artistas que souberam lidar bem com essa indústria.

Fala do fim do grupo Rumo em 1992, porque os integrantes começaram a ter filhos e nunca se sustentaram pelo Rumo; e comenta que ela já seguia uma carreira independente desde 1985 e estava totalmente envolvida no seu projeto solo; e que lançou o seu álbum solo em 1988. Diz que mantém uma parceria até hoje com Gal Oppido (fotografia) e Luiz Tatit (composição); e que Itamar Assumpção e Luiz Tatit são os seus grandes parceiros de composição, este último o maior.

Retoma o assunto da dança e das aulas com Klauss Vianna e Denilton Gomes; e fala das aulas de canto lírico com a cantora Cláudia Mocchi; diz que estudou canto lírico por dez anos em paralelo ao Rumo. Comenta a influência marcante que teve do coreógrafo japonês Kazuo Ohno, representante do estilo butô.

Afirma que nunca pensou em ser uma cantora lírica; fala do seu primeiro álbum solo, de 1988, intitulado Ná Ozzetti, em parceria com o seu irmão, Dante Ozzetti, pelo qual recebeu o prêmio Sharp de revelação feminina na categoria MPB. Acrescenta que o álbum tinha canções conhecidas como “Sua Estupidez” e “Dio come ti amo”; ressalta as parcerias nesse primeiro trabalho e cita José Miguel Wisnik, Bocato e Itamar Assumpção e sua banda Isca de Polícia. Diz que nesse trabalho começou a lidar com produção, divulgação, áreas que não cuidava até então. Fala que esse trabalho teve boa repercussão na imprensa, mas não de público.

Comenta o segundo disco, lançado em 1994, intitulado Ná, com composições de sua autoria, e que esse trabalhou tocou nas rádios e, a partir dele, surgiram os shows; e que ganhou o prêmio Sharp como melhor disco e arranjador (Dante); fala emocionada quando ouviu pessoas comuns cantando a música Sutil desse álbum. Acrescenta que o seu processo de composição tem influência da dança. Diz que deu aulas de canto para conseguir sobreviver e fazer tudo o que gosta em arte; fala que quase chegou a ser bailarina, no espetáculo de dança do Denilton, entre 1992 e 1993.

Fala que teve aulas de música com Ricardo Breim e aprendeu sobre harmonia, e isso a inspirava a compor no piano. E que a Edith Derdyk mostrou o seu trabalho para o Paulo e o Luiz Tatit; e o Luiz foi seu incentivador para compor, assim como Itamar Assumpção.

Comenta a sua primeira composição chamada Lugar com Edith Derdyk; e do trabalho em família; diz que faz melodia para as composições e que seus parceiros ficam livres para escrever a letra. Relata como era o processo de composição com o Itamar Assumpção e Luiz Tatit. Diz que o Itamar era um criador compulsivo, que, às vezes, ditava a letra de uma canção pelo telefone; ou arrancava a folha do seu caderno e dizia que a canção tinha sido feita para ela; detalha sobre a sua parceria com Itamar e Luiz.

Fala sobre o álbum “Ná e Zé”, com José Miguel Wisnik, de 2015; segundo ela, os dois tiveram uma cumplicidade musical. E diz não se ver como uma cantora referência para outras cantoras. Também comenta do trabalho que fez nesse ano com o grupo Passo Torto. E destaca que ela dança a canção, lida com a música como se fosse uma bailarina.

Comenta o seu processo de composição, que não pensa na sua voz e sim na melodia quando compõe; depois que recebe a letra redescobre a canção. Fala do álbum Balangandãs (2009) com músicas eternizadas por Carmen Miranda, por esse trabalho conquistou o primeiro lugar na categoria de “melhor disco popular” no 5º prêmio Bravo!; Ná Ozzetti aborda a sua relação com a Carmen Miranda, e a vê como inventora da forma de cantar o samba; diz que João Gilberto e Carmen tinham uma malemolência no cantar; que a vê no canto de João Gilberto.

Fala do projeto em parceria com o André Mehmari (o CD Piano e Voz), da forma como fluiu o trabalho; e fala como elabora a realização de um CD; que pensa em projeto, cita “Love Lee Rita”, “Show”, e, partir dali, tudo caminha, e que tem os discos mais autorais, como o Ná, Estopim, Meu Quintal e Embalar. Comenta a importância da sonoridade na sua obra e a forma como concebe os seus shows.

Faz um balanço dos seus quarenta anos de carreira; diz que sempre foi disciplinada com o seu trabalho; fala que mora em um sítio e que é muito sedutor; que em São Paulo se fica fechado e produz mais. Responde questão de Rosana sobre a história da música brasileira, suas influências e regionalismos, da dificuldade de rotular movimentos artísticos. Aborda como foi a música na década de 1980, que teve momentos diferentes, e que a sua geração é pós-tropicalismo; e que a partir de 1984 foi uma década de bandas de rock.


Ela fala o que temos para apresentar para o mundo musicalmente falando; das cantoras de hoje e que temos boas escolas de música; diz que é chamada para participar de muitos trabalhos de música.

Comenta as aulas de canto hoje, que há uma preocupação maior com essa formação; dos cuidados que tem com a sua voz; dos rituais que segue para o dia que tem show. Diz como administra a sua obra e como enxerga o cenário musical hoje; fala que a música independente se profissionalizou.

Afirma que ouve de tudo e que gosta de reouvir o que sempre ouviu, cita “Amoroso”, de João Gilberto; “Urubu” de Tom Jobim; discos “Elis & Tom”, “Clube da esquina” e "Bicho" (de Caetano Veloso). E que a internet facilitou muito o acesso à música. Aborda a fronteira entre o erudito e o popular na música; e diz que tudo que é autêntico a emociona. Fala da influência de Hermeto Pascoal na sua obra, nos anos de 1992 e 1993, pós-experiência com o Rumo.


Gênero:
Entrevista de História Oral
Descritores:
bossa nova; rock and roll; piano; samba; artes plásticas; jazz; canto (música); dança; prêmio; canção
Descritores Geograficos:
São Paulo - São Paulo - Brasil; Fundação Armando Álvares Penteado - São Paulo - Brasil ; São Caetano do Sul - São Paulo - Brasil
Descritores Onomásticos:
Ná Ozzetti; Tropicália; Os Mutantes; Rita Pavone; Elis Regina; Caetano Veloso; Rita Lee; Maria Bethânia; Gal Costa; Clara Nunes; Flora Purim; João Gilberto; Beatles; Ella Fitzgerald; Billie Holiday; Sarah Vaughan; Milton Nascimento; Clube da Esquina; Tom Jobim; Edith Derdyk; Grupo Rumo; Klauss Vianna; Fundação das Artes; Sinhô; Noel Rosa; Lamartine Babo; Luiz Tatit; Vanguarda Paulista; Arrigo Barnabé; Itamar Assumpção; Premeditando o Breque; Tetê Espíndola; Vânia Bastos; Eliete Negreiros; Vírginia Rosa; Suzana Salles; Alzira E; Lira Paulistana; Gal Oppido; Denilton Gomes; Kazuo Ohno; Grupo Machline/Sharp; José Miguel Wisnik; Bocato; Passo Torto (grupo musical); Carmen Miranda; Andre Mehmari; Hermeto Pascoal