Notas Contemporâneas - Ritchie - Estúdio


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--Título:
Notas Contemporâneas - Ritchie - Estúdio
Número do Item: Número de Registro:
00821NTP00369VD -
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento
Coleção:
00821NTP - Notas Contemporâneas
Companhia Produtora:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Autoridades: Classificação:
RitchieEntrevistado(a)
Rosana CaramaschiEntrevistador(a)
Isabela OlmosProdução
Vânia AlmeidaProdução
André PacanoCinegrafista
Local de Produção:
São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
12/07/2019 20/08/2019
Suporte/Formato:
Blu-Ray
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
- Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
0h 223min 0s

Sinopse/Descrição:

Richard David Court, conhecido como Ritchie, nasceu em Londres, no dia 06/03/1952; comenta que é a mesma localidade em que David Bowie escreveu Space Oddity; cita alguns países em que morou; diz que sua experiência musical começou na Alemanha; fala sobre a influência musical do seu avô, coincidentemente chamado Jim Morrison; comenta sobre formatos de disco rudimentares; fala sobre a carreira militar de seu pai.

Completa que sua iniciação musical se deu com o oboé e em um coral, na Alemanha, aos cinco anos; comenta as mudanças de voz na adolescência e o processo de aprendizagem; o contato com vários instrumentos de sopro; o aperfeiçoamento dos estudos em conservatórios e a diversificação do gosto musical; fala sobre o momento do surgimento do rock inglês; destaca a música Eleanor Rigby; comenta a formação do rock progressivo; cita contato com Wagner Tiso, Milton Nascimento.

Comenta sobre as possibilidades musicais brasileiras; fala sobre seus estudos na Universidade de Oxford; fala sobre os primeiros projetos musicais; conta sobre o contato com os Mutantes, e Rita Lee; diz que a flauta foi aprendizado autodidata.

Retorno para o Brasil; fala sobre a transformação no estilo de Rita Lee e dos Mutantes; diz que o rock progressivo era uma novidade no Brasil; fala sobre a formação da Barca do Sol; a formação da banda Scadaladácida.

Mudança para o Rio de Janeiro, Festival Internacional da Canção; o impacto da performance de Raul Seixas; percebe a diversidade musical brasileira; a recepção do público no único show do Scaladacida; o impacto da entrada em um período de ditadura; o contato com a Continental Gravadora; o fim da banda; dividia seu tempo entre aulas de inglês e apresentações musicais; cita cantores para quem deu aula de inglês, como Gal Costa e Paulo Moura; fala sobre o repertório da banda Soma.

Fala sobre o fim da Barca do Sol; formação da banda do Vimana; fala sobre o contato com Jim Capaldi, e a experiência em Londres; Bad Company, Andy Newmark; diversos artistas; retorno a Londres; fala sobre o processo de cantar em português.

Fala sobre o processo de criação de "Menina Veneno"; o apoio de Gal Costa para cantar; a surpresa do sucesso da canção para os parâmetros comerciais da época; destaca a parceria com Bernardo Vilhena; fala sobre a valorização das fórmulas e originalidade; conta sobre o processo de composição de melodia, harmonia, acordes, arranjos; comenta sobre os arranjos de Lauro Salazar; comenta sobre a importância dessa composição, citando o surgimento do RPM; diz que mantém seu foco no público durante seu processo criativo.

Cita a performance de Cássia Eller nos palcos; fala sobre a criação de um circuito de rock; destaca as dificuldades da rotina de trabalho das apresentações; as mudanças decorrentes na gravadora CBS; conta sobre o processo contrário de divulgação que se seguiu ao seu sucesso; fala sobre a transformação pessoal decorrente do sucesso repentino; aproximação com a gravadora Polygram; o sucesso que seguiu na Polygram; fala sobre a gravação do cover de Mercy Street de Peter Gabriel; diz que a fama repentina prejudica o artista.

Contato com o Yahoo; a retomada da gravação em inglês; comenta que está repensando sua carreira; começa a falar sobre planos futuros; fala sobre sua própria gravadora; comenta sobre equipamentos de remasterização; fala sobre a gravação de seu próprio Bluray e a utilização de redes como Youtube, em 2009.

Fala que administra pessoalmente suas próprias gravadora e editora; fala sobre seus projetos pessoais e comenta técnicas de mágica; fala sobre a relação atual com o público; destaca sua anatomia muito adaptada para interpretação em inglês; comenta sua adaptação para novas mídias e o mercado.

Destaca a sofisticação única da musicalidade brasileira; fala sobre a relação entre a cultura popular e a erudita; destaca a importância da composição do Clube da Esquina;

fala sobre cuidados com a voz; conta sobre as dificuldades e os desafios profissionais; fala sobre a marginalização do trabalho artístico; critica certas políticas do ECAD; fala sobre perspectivas de produção do mercado musical; fala sobre a importância da dedicação aos estudos para os jovens músicos; encerra e agradece a entrevista.


Gênero:
Entrevista de História Oral
Descritores:
rock progressivo; disco (78 RPM); oboé; harmonia musical; festival de música; composição (música); trilha sonora; novela; gravadora; internet; rede social; mágica; psicodelismo
Descritores Geograficos:
Londres - Inglaterra - Europa; Los Angeles - Califórnia - Estados Unidos da América; São Paulo - São Paulo - Brasil
Descritores Onomásticos:
David Bowie; Jim Morrison; The Beatles; Wagner Tiso; Milton Nascimento; Fernando Pessoa; Os Mutantes; Traffic; Rita Lee; Sandra Werneck; Lulu Santos; Lobão; Dzi Croquettes; Raul Seixas; Gilberto Gil; Kid Vinil; Arnaldo Antunes; Sonia Braga; Gravadora Continental Music; Gal Costa; Paulo Moura; Egberto Gismonti; Vímana; Jim Capaldi; Bad Company; Sérgio Dias; Bernardo Vilhena; Warner Bros; CBS; Michael Sullivan; Paulo Ricardo; Guilherme Isnard; Cássia Eller; Tim Maia; Roberto Carlos; Peter Gabriel; Caetano Veloso; ECAD (Escritório Central Arrecadação Distribuição); Herbert Von Karajan; Jaques Morelenbaum; Patrick Moraz; Gravadora PolyGram; Banana Progressyva; Lucinha Turnbull; A barca do sol; Thomas Dolby; Yahoo!; Scaladácida; Ted Gaz; Sony Music