[Notas Contemporâneas: Roberto Menescal - Auditório] at.


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--Título:
[Notas Contemporâneas: Roberto Menescal - Auditório] at.
Número do Item: Número de Registro:
00821NTP00354VD -
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00821NTP - Notas Contemporâneas
Companhia Produtora:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Autoridades: Classificação:
Roberto MenescalEntrevistado(a)
Cleber PapaEntrevistador(a)
Yan MontenegroArranjo
Edson SantanaViolonista
Diogo PoçaVoz
Cleber PapaDireção
Vânia AlmeidaProdução
Renan DanielProdução
Letícia GodoyEdição
Letícia GodoyEquipe técnica
Bruno Café SforcimEquipe técnica
Lucas MelloEquipe técnica
Romilton RibeiroIluminação
Mauro MatsushitaIluminação
Cínthia BuenoFotografia
Local de Produção:
São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
12/09/2018 13/12/2018
Suporte/Formato:
Blu-Ray
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
Estéreo Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
0h 108min 49s

Sinopse/Descrição:

Roberto Batalha Menescal, músico, instrumentista e compositor brasileiro, nasceu em 25 de outubro de 1937, em Vitória, Espírito Santo.


Fala sobre seu primeiro contato com a gaita do-ré-mi, aos 12 anos de idade, e posteriormente com o piano com a mudança da família para Copacabana, Rio de Janeiro, para morar na Galeria Menescal, construída pela família; menciona seu contato com o violão, aos 17 anos, em Vitória (ES).


Menciona seu encontro com Tom Jobim e convite para realizar uma gravação para a trilha do filme "Orfeu Negro" ou "Orfeu do Carnaval"; cita a música "Chega de saudade".

Menciona Johnny Alf; menciona participação que fizeram no show da Sylvia Telles como o “Grupo Bossa Nova”; menciona a influência norte-americana no Brasil e a música de Dick Farney; cita o nacionalismo de Juscelino Kubitschek.


Menciona os bares do Beco das Garrafas e o público de faculdade que frequentava o local e que se identificava com as músicas do movimento Bossa Nova; fala de Nara Leão e a briga entre Ronaldo Bôscoli e Maysa e a interpretação da canção "Barquinho".


Banda MIS interpreta a música "Barquinho".


Conta a história sobre a brincadeira da composição de "Barquinho", em Cabo Frio (Rio de Janeiro), que transformou uma quase tragédia do grupo da bossa nova, em alto mar em um dia de pescaria, em uma música.


Menescal responde pergunta do público sobre dar conselhos relacionados à produção musical e ao movimento Bossa Nova; aborda o processo de composição com Ronaldo Bôscoli e a influência da paisagem visual do apartamento de Nara leão, localizado na Avenida Atlântica, em Copacabana.


Banda MIS interpreta a música "Ah! Se eu pudesse".


Fala sobre o processo de composição, em que fazia a música e entregava para Ronaldo Bôscoli colocar a letra.


Menciona a camaradagem no movimento Bossa Nova; fala sobre o desprezo que o grupo possuía com outros estilos musicais.


Banda MIS interpreta a música "Nós e o Mar".


Fala sobre o processo de composição da música "Nós e o Mar", com Ronaldo Bôscoli, em Cabo Frio (RJ).


Fala sobre o show no Carnegie Hall, no Festival Bossa Nova, realizado em 21 de novembro de 1962; menciona show esgotado realizado na Austrália e os shows realizados no Japão;

fala, brevemente, sobre a relação da música com a ditadura; aborda seu trabalho com Elis Regina, iniciado em 1968, no período da ditadura militar; fala sobre o surgimento da MPB e sua relação com André Haidar Midani, então presidente da gravadora Philips, e o convite para ser diretor artístico da gravadora Polygram; cita o estresse qpelo qual passou ao assumir o cargo, onde comandava oitenta artistas, entre eles: Maria Bethânia, Gilberto Gil, Gal Costa, Ivan Lins, Chico Buarque e Caetano Veloso; explica o que fazia um Diretor Artístico na década de 1970, na escolha do repertório e no cuidado com a produção do artista; menciona sua influência na música; cita a música "Menina Veneno" do cantor Ritchie; menciona o projeto "Aquarela Brasileira" e a produção de Emílio Santiago.


Banda MIS interpreta a música "Você".


Fala sobre o processo de composição da música "Você"; menciona que o tocar em baixo volume sofreu influência da arquitetura dos prédios de Copacabana, pequenos e de paredes finas, em que não se poderia fazer barulho após determinado período determinando um padrão de volume de som.


Menciona seu trabalho como produtor independente no seu próprio selo, a Albatroz Discos; menciona sua relação com a palavra e a interpretação na música; menciona a criação do projeto "O Tom na Takai", com a cantora Fernanda Takai.


Retoma a relação de sua família com o seu trabalho; menciona o diário que o pai escreveu, onde lê-se muito sobre o filho Beto.


Finaliza a entrevista definindo a Bossa Nova e explorando sua relação com o Jazz.


Banda MIS interpreta a música "Telefone" com a participação de Roberto Menescal tocando guitarra.


Gênero:
Entrevista de História Oral
Descritores:
música popular brasileira; MPB; bossa nova; músico; produtor musical
Descritores Geograficos:
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil; Vitória - Espirito Santo - Brasil; São Paulo - São Paulo - Brasil; Nova York - Estados Unidos da América
Descritores Onomásticos:
Tom Jobim; Elis Regina; Elza Soares; Nara Leão; Caetano Veloso; Gal Costa; Maria Bethânia; Gilberto Gil; João Gilberto; Vinícius de Moraes; SYLVIA TELLES; Johnny Alf; Maysa; Ronaldo Bôscoli; Philips - AV/Estúdios; Ritchie; Emílio Santiago; Ivan Lins; Chico Buarque; Fernanda Takai