Notas Contemporâneas: Sidney Magal - Estúdio


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--Título:
Notas Contemporâneas: Sidney Magal - Estúdio
Número do Item: Número de Registro:
00821NTP00302VD -
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00821NTP - Notas Contemporâneas
Autoridades: Classificação:
Sidney MagalEntrevistado(a)
Cleber PapaDireção
Rosana CaramaschiEntrevistador(a)
Renan DanielProdução
Letícia GodoyEquipe técnica
João RabelloEquipe técnica
Eric Jeferson Oliveira CamposEquipe técnica
Local de Produção:
Museu da Imagem e do Som - São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
16/03/2016 -
Suporte/Formato:
DVD
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
Estéreo Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
0h 147min 17s

Sinopse/Descrição:

Cantor, dublador, dançarino e ator, Sidney Magalhães nasceu na cidade do Rio de Janeiro no dia 19 de Junho de 1953; começa contando sobre o bairro onde nasceu, Jardim Botânico na Gavea; sua família de artistas, tio-avô Aníbal Cruz, compositor de Carmem Miranda, primo Vinicius de Moraes, mãe cantora na Rádio Nacional no Rio de Janeiro, tio Hugo Brando ator e cantor, tia-avó professora de piano; as festas em família; se interessou pela música com dez ou onze anos de idade; seu tio que o levou para programas de televisão; começou a levar a música mais a sério entre quinze e dezesseis anos; começou a fazer aula de canto com Fernanda Geanete durante cinco anos gratuitamente; fala da atmosfera musical da época, Bossa Nova, Roberto Menescal, festivais universitários e populares, seu ídolo Tom Jones; gostava de ouvir cantores negros norte americanos, Stevie Wonder e no Brasil Cauby Peixoto, Emílio Santiago; não teve interesse em aprender algum instrumento; tentou aprender violão com Beth Carvalho; conta como foram suas aulas de canto; esclarece que nunca participou de programas de criança e sim de música e conta sua participação na televisão cantando musicas populares; cita a TV Tupi; cantando nas noites do Rio de Janeiro; sempre recebeu incentivo familiar; a atmosfera musical da noite; a convite de Carlos Machado para a participação na peça “O Rio amanheceu cantando”, vida e obra de Braguinha; cantar ao lado de Elizeth Cardoso; MPB4 e Quarteto em Cy; realizou um disco que o resultado não foi bom; conta quando realizou uma excursão pela Europa; seu encontro com um quarteto de músicos italianos; o começo da sua personalidade como cantor e o surgimento do seu nome artístico; fala da sua expressão corporal; sua volta ao Brasil; fala do seu primeiro disco e de como o realizou, “Se te pego com outro te mato”; seu encontro com o produtor argentino Roberto Livi; sua apresentação na televisão; a gravação do seu primeiro LP com a música “O meu sangue ferve por você” e depois o disco com “Sandra Rosa Madalena” em 1978; como lidou com o sucesso; cita Chacrinha; a euforia do público; fala sobre o disco "O amor não tem hora para chegar”, seu disco mais romântico; sua briga com o empresário Roberto Livi e o início do namoro com Solange Couto, sua esposa até a atualidade; disco “Alegria de vver”; fala do filme o qual participou “Amante Latino”, conta como foi a produção; o musical “Sweet Charity, meu amor”; “Rock Santeiro”; sua carreira como ator; sua participação na novela “Ana Raio e Zé Trovão” na TV Manchete; a diferença entre as profissões de cantor e ator; a diferença entre fazer musical e cinema; o filme “Magal e as Formigas”; volta a falar sobre a música brasileira na atualidade; como se prepara para os shows; artista de disco ou de palco; como elabora os shows; fala dos músicos que o acompanham; o termo popular-cult; sua relação com o público; cita sua participação no carnaval de São Paulo; fala sobre os carnavais de sua vida, carnaval de rua, de avenida e escola de Samba; como é a vida de cantor, a atividade de cantor no Brasil; o conselho que daria a quem está começando; conta quais são seus cuidados com a voz; suas parcerias e escolhas musicais; cita Alejandro Sanz, Luiz Miguel,Juan Luis Guerra; sua homenagem a Vinícius de Moraes e Ivan Lins; seu disco "Sidney Magal e Big Band"; sua carreira como dublador; os momentos mais importantes para a música brasileira; LP´s com a história da música brasileira; problematiza a música brasileira no futuro; cita Naná Vasconcelos, Dorival Caymmi; os meios de comunicação darem valor a música não comercial; a importância das músicas de qualidade; fala dos festivais de música e dos programas "The Voice" e "Raul Gil"; fala das novas mídias; ampliação da música para outros países da América Latina; mercado de disco; a política cultural no Brasil; cita os direitos autorais; apoio a cultura e a falta de organização em todos os meios públicos; Lei Rouanet; mudança da mentalidade do público; seus projetos futuros; seus gostos musicais; Bossa Nova; Emílio Santiago; cantores americanos negros e principalmente Tom Jones; fala do que lhe emociona; cita os filhos e sua esposa, o filme “O Amor não tem hora para chegar” contando como se conheceram; a relação com o público; sua proposta para o público; encerra com uma reflexão dos seus cinquenta anos de carreira.


Gênero:
Entrevista
Descritores:
MPB; depoimento; músico brasileiro; biografia