[Notas Contemporâneas - Zeca Baleiro - estudio] at.


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--Título:
[Notas Contemporâneas - Zeca Baleiro - estudio] at.
Número do Item: Número de Registro:
00821NTP00377VD -
Coleção:
00821NTP - Notas Contemporâneas
Autoridades: Classificação:
Zeca BaleiroEntrevistado(a)
Cleber PapaEntrevistador(a)
Yan MontenegroMulti-instrumentista
Sarah do AmaralVocalista
RaaeVocalista
Júlia VargasMulti-instrumentista
Pedro Montagano
Isabela OlmosProdução
Vânia AlmeidaProdução
André PacanoEquipe técnica
Diego ValverdeEquipe técnica
Daniele DantasEquipe técnica
Lucas MelloEquipe técnica
Mauro MatsushitaEquipe técnica
Wilson GuedesEquipe técnica
Romilton RibeiroIluminação
Data de Produção: Data de Lançamento:
13/11/2019 13/03/2019
Suporte/Formato:
HDD (Hard Disc)
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
- Nacional

Sinopse/Descrição:

José Ribamar Coelho Santos, conhecido como Zeca Baleiro, é cantor, compositor, cronista; nasceu em 11/04/66, na cidade de São Luiz-MA; diz que cresceu na cidade de Arari; cometa sobre a pobreza da região; conta que seu pai era dono de uma farmácia, e sua mãe professora; conta que se iniciou com violão, e passou a se dedicar mais aos 14 anos; ressalta que a farmácia era um circuito de convívio social.

Comenta sobre brincadeiras musicais com a irmã; fala sobre a presença do rádio até os anos 1960; diz que a segmentação das rádios começa a partir dos anos 1980, e que incorporou essa mistura na sua formação.

Rosana comenta sobre o disco Secos e Molhados; fala sobre cantigas de roda na sua infância; destaca influências culturais diversas; cita seu livro Bala na agulha.

Ressalta a presença do disco na sua formação musical, especialmente, Secos e molhados; cita ainda outros cantores da MPB.

Diz que fez poucas aulas de violão aos 14 anos; conta que a iniciação no teatro amador no abriu portas para a música.

Fala sobre a participação no rádio que o levou ao festival; lembra-se do contexto do festival, júri, composição, personalidades que teve contato; diz que não tinha intenção profissional; fala da banda Coisa na cabaça, e a gravadora independente Som da Gente.

Explica a origem do seu apelido; destaca que Telegrama em diversas interpretações.

Fala sobre sua mudança para Belo Horizonte, em 1986, já com o Clube da Esquina bem consolidado.

Conta sobre o retorno para Arari, e trabalhos realizados na cidade; o estabelecimento profissional em São Paulo com a Vanguarda Paulistana; fala sobre as dificuldades de adaptação na cidade grande; comenta o movimento mangue beat; destaca algumas características do público de São Paulo

Rosana comenta o discurso do Canecão; o cantor ressalta um estranhamento com público, valorizando a multiplicidade da cultura brasileira; critica o provincianismo brasileiro.

Rosana pergunta se pensava em voltar para São Luis; fala sobre hábitos de colecionar;

Comenta o falecimento da sua primeira esposa em 1991; retoma a mudança para Belo Horizonte; conta sobre sua relação com gravadora e o longo e incomum processo do primeiro disco.

Comenta sobre a vida do Stephen Fry; conta sobre seu processo de criação entre letra e melodia; fala sobre sua parceria com Hilda Hilst, Jussara Silveira, Zélia Duncan, Ângela RO RO; Mônica Salmaso; Rosana lembra que era conhecido como neotropicalismo; comenta seus trabalhos de produção musical na sua gravadora.

Fala sobre seu primeiro disco de ouro; conta sobre a gravação com Gal, o acústico MTV, e a repercussão para carreira; fala sobre a associação que fazem neotropicalismo; comenta sobre o tropicalismo; destaca admiração por Chico Cesar.

Conta sobre a gravação de Líricas; faz um balanço da sua carreira, ao longo de 12 álbuns; comenta a rotina das viagens das turnês; fala sobre a criação do selo Saravá Discos e alguns artistas que lançou; destaca o apoio que deu a Vanusa e várias realizações da artista, comparando-a a Elis Regina; fala sobre a trilha sonora do longa Paraíso Perdido; comenta sobre trabalhos atuais de trilha sonora;

Fala sobre seu processo de criação; gosta de rever projetos, vantagens da tecnologia; fala sobre cuidados com a voz.

Comenta sobre parcerias musicais; Arrigo, Itamar, Zélia Duncan, Joãozinho Gomes.

Destaca alguns interprétes que o surpreenderam: Nana Caymmi, Cassia Eller.

Diz que o trabalho do compositor é menos visível ao público leio; destaca o trabalho de compositoras mulheres como Chiquinha Gonzaga, Maysa,, Marina, Miriam Batucada; fala sobre ciclos e movimentos musicais, citando Fukuyama.

Fala sobre trabalhos literários, e destaca que foi sua primeira iniciação artística; comenta o trabalho na Revista Isto é; fala sobre as dificuldades que percebe para artistas iniciantes.

Fala sobre redes sociais e plataformas de músicas; emociona-se com cinema, música; diz que tem vontade de criar um museu do brinquedo; agradece e encerra a entrevista.


Gênero:
Entrevista de História Oral
Descritores:
tropicalismo; música popular brasileira; literatura; rádio; festival de música; bossa nova; manguebeat; gravadora
Descritores Geograficos:
Arari - Maranhão - Brasil; São Paulo - São Paulo - Brasil; São Luís - Maranhão - Brasil; Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil; Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
Descritores Onomásticos:
Noel Rosa; Ismael Silva; Luiz Gonzaga; Paulo Diniz ; Secos e Molhados; Mercedes Sosa; Luiz Ayrão; Odair José; Ruth Rocha; Celso Borges; Belchior; Jane Duboc; Hermeto Pascoal; Tetê Espíndola; Jards Macalé; Premeditando o Breque; Gal Costa; Itamar Assumpção; Luiz Tatit; Beto Guedes; Clube da Esquina; Toninho Horta; Lô Borges; Ná Ozzetti; Grupo Rumo; Ramiro Musotto; Manuel Bandeira; Oswald de Andrade; Mário de Andrade; Hilda Hilst; Jussara Silveira; Zélia Duncan; Ângela Ro Ro; Chico César; Antonio Viera; Vanusa; Elis Regina; Arrigo Barnabé; Fagner; Zélia Duncan; Nana Caymmi; Chiquinha Gonzaga; Maysa; Joyce; Marina Lima; Miriam Batucada; Joãozinho Gomes; Saravá Discos; Dylan Thomas; Stephen Fry