Notas Contemporâneas:Ney Matogrosso - Auditório


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--Título:
Notas Contemporâneas:Ney Matogrosso - Auditório
Número do Item: Número de Registro:
00821NTP00267VD -
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento; Divulgação virtual
Coleção:
00821NTP - Notas Contemporâneas
Companhia Produtora:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Autoridades: Classificação:
Ney MatogrossoEntrevistado(a)
Cadão VolpatoEntrevistador(a)
Cleber PapaDireção
Vânia AlmeidaProdução
Rosana CaramaschiPesquisa
Cleber PapaCuradoria
Renan DanielProdução
Cinthia BuenoFotografia
Letícia GodoyCinegrafista
Eric Jeferson Oliveira CamposCaptação de som
Letícia GodoyEdição de imagem
Jeferson MagalhãesEdição de áudio
Jeferson MagalhãesEdição
Diego ValverdeEquipe técnica
Bruno Café SforcimEquipe técnica
Luis Augusto NunesEquipe técnica
Local de Produção:
Museu da Imagem e do Som - São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
29/05/2015 20/12/2015
Suporte/Formato:
Blu-Ray
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
Estéreo Nacional
Idioma: Classificação:
PortuguêsOriginal
Duração
1h 23min 42s

Sinopse/Descrição:

Convidado especialmente para a celebração dos 45 anos do MIS, Ney de Souza Pereira, mais conhecido como Ney Matogrosso, foi filho de militar e passou a sua infância no Rio de Janeiro; segundo o próprio artista, sabia que tinha uma voz esquisita e começou a cantar em um coral de colégio em Brasília, onde começou a experimentar os timbres de sua voz, chegando hoje a ser um contratenor; conta história de como entrou na banda Secos e Molhados; revela que sua caracterização foi inspirada no teatro Kabuki, uma forma que encontrou de esconder o rosto para não perder a sua privacidade; antes do sucesso, atuava e cantava em peças de teatro; quando chegou de Brasília para o Rio de Janeiro, trabalhou como iluminador nos shows de Caetano Veloso, Paulinho da Viola, entre outros; diz que adorava a Tropicália e critica a Bossa Nova; fala da lendária e polêmica história em que a cultuada banda Kiss copiou os Secos e Molhados; conta história da música “Poema”, letra que Cazuza escreveu para sua avó e que Frejat transformou o poema em música; diz que suas apresentações frente ao público sempre foram tensas, devido ao conservadorismo, a banda teve problemas com a censura e foi vigiada na ditadura militar; fala da “Balada do Louco”, música dos Mutantes; gravou com o compositor argentino Astor Piazzolla; diz que nunca teve uma boa relação com as gravadoras; conta história de “Homem com H”, sua música de maior sucesso e rejeitada por ele mesmo, no qual foi convencido a gravar por Marco Mazzola e Gonzaguinha; Ney responde às perguntas do auditório sobre a dança e diz que não se considera um dançarino, pois tudo começou numa encenação de uma peça teatral; relata as suas participações no cinema; comenta a música “Rosa de Hiroshima”, um poema de Vinícius de Moraes e musicado por Gerson Conrad; diz não se interessar por mídias sociais; comenta a música “Bandoleiro”, composta pela dupla Luli e Lucina; Ney responde às perguntas do auditório sobre a polêmica música “Calúnias (Telma Eu Não Sou Gay)”, composição de Léo Jaime – e sobre “América do Sul”, o primeiro vídeo clipe brasileiro, produzido em 1975 pelo programa Fantástico da Rede Globo; fala da música “O Vira”, composta por Luli e João Ricardo; finaliza dizendo que está preparando um novo repertório.


Gênero:
Entrevista
Descritores:
música brasileira; partitura; contralto; falsete; contratenor; teatro japonês; arte; canto (música); dança; poema; festival de música; interpretação; intérprete; música progressiva; rock and roll; bossa nova; tropicalismo; transgressão; preconceito; ditadura militar; censura; biografia; gravadora; tango argentino; fado; cinema; guerra; crítica; crítico; kabuki; cabelo; maquiagem; nudez; provocação
Descritores Geograficos:
Bela Vista - Mato Grosso do Sul - Brasil; Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil; Bahia - Brasil; Recife - Pernambuco - Brasil; Brasília - Distrito Federal - Brasil; São Paulo - São Paulo - Brasil; Búzios - Rio de Janeiro - Brasil; México - América do Norte; Estados Unidos da América; Argentina - América do Sul; Uruguai; Portugal - Europa; Itália - Europa; Milão - Itália; Parque da Cidade - Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil; Rua Augusta - São Paulo - São Paulo - Brasil; Bixiga - São Paulo - São Paulo - Brasil; Liberdade - São Paulo - São Paulo - Brasil; Sala Cecília Meireles - Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil; Teatro Municipal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil; Theatro Treze de Maio - Rio Grande do Sul - Brasil; Teatro Itália - São Paulo - São Paulo - Brasil; Teatro Ruth Escobar - São Paulo - São Paulo - Brasil; Centro de Ensino Médio Elefante Branco (CEMEB) - Brasília - Distrito Federal - Brasil
Descritores Onomásticos:
Secos e Molhados; João Ricardo; Gérson Conrad; Luiz Fernando Borges da Fonseca; Paulinho Mendonça (músico); Jornal da Tarde; Ruth Escobar; Zé Rodrix; Caetano Veloso; Paulinho da Viola; Vicente Celestino; Alzira E; Kiss (banda); Luhli (Luli); Frejat; Cazuza; Lucinha Araújo (Cazuza); Elis Regina; Os Mutantes; Tono (banda); Ana Cláudia Lomelino; Rafael Rocha, Tono; Márcio Montarroyos; Marco Mazzola; Astor Piazzolla; Ana Carolina (cineasta); Vinícius de Moraes; Helena Ignez; Rede Globo; MTV (Rede de televisão); Cartola; Gonzaguinha; Luli e Lucina; Leo Jaime; Nilton Travesso; Amália Rodrigues; Milton Nascimento; Françoise Arnoul; João Penca e Seus Miquinhos Amestrados; Maria Alice Mendonça; Segunda Guerra Mundial