Notas Contemporâneas:Willy Corrêa de Oliveira - Estúdio - 1ªParte


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--Título:
Notas Contemporâneas:Willy Corrêa de Oliveira - Estúdio - 1ªParte
Número do Item: Número de Registro:
00821NTP00084VD -
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento
Coleção:
00821NTP - Notas Contemporâneas
Companhia Produtora:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Autoridades: Classificação:
Willy Corrêa de OliveiraEntrevistado(a)
Rosana CaramaschiEntrevistador(a)
Cleber PapaDireção
Diego ValverdeCaptação de som
Bruno Café SforcimCinegrafista
Cleber PapaCuradoria
Diego ValverdeEquipe técnica
Bruno Café SforcimEquipe técnica
Jeferson MagalhãesEdição de áudio
Jeferson MagalhãesDigitalização
Local de Produção:
Museu da Imagem e do Som - São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
17/10/2012 -
Suporte/Formato:
DVD Cópia
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
Estéreo Nacional
Duração
1h 2min 3s

Sinopse/Descrição:

Apaixonado pela arte, o professor e compositor fala da sua iniciação musical; comenta o filme "À Noite Sonhamos", onde o conectou com a música e começou a estudar piano; autodidata, aprendeu a ler e escrever música; possui grandes conhecimentos das obras de Chopin e o considera como o maior compositor do mundo; cita Stravinsky e fala da sua paixão por Béla Bartók; revela que até os 20 anos de idade, não conhecia Villa Lobos; começou a fazer música nacionalista, onde veio a ideia do folclore; estudou música da idade média e renascentista; fala da sua chegada à São Paulo, na cidade de Santos, onde conheceu Gilberto Mendes e Gastão Frazão; produziu uma peça dodecafônica; no Rio Grande do Sul, queimou todas as suas partituras e explica que sempre gostou de queimar as etapas ultrapassadas; cita o regente Klaus Dieter Wolff; conta a sua viagem à Alemanha, onde descobriu Henry Purcell; comenta que Décio Pignatari era muito amigo de Boulez; assinou o manifesto da música, uma autoria de Rogério Duprat; diz que a arte medieval o tocou bastante e que visitava todos os dias o Museu de Cluny, em Paris; começou a combater a música nacionalista, até descobrir Villa Lobos; fala de Camargo Guarnieri; critica a burguesia e os intelectuais; produziu músicas para publicidade, peças de dança e cinema; fala da sua experiência como diretor de cinema; desligou-se da publicidade para morar na Europa, até que recebeu um convite de Olivier Toni para dar aulas de música na USP; critica o Ministério da Educação; comenta os seus 32 anos de docência na USP; fala que a música erudita nasce de uma loucura da igreja católica; critica o capitalismo e diz que a bestialidade toma conta das coisas.


Gênero:
Entrevista
Descritores:
professor; compositor (música); musical; arte; filme; maestro; concerto; teoria musical; harmonia musical; contraponto musical; rádio; nacionalismo; folclore; idade média; Renascência; Marxismo; dodecafonismo; regente; manifesto; autor; medieval; museu; intelectualidade; publicidade; diretor de cinema; trilha sonora; Ministério da Educação; docência; música erudita; igreja católica; canto gregoriano; capitalismo; socialismo
Descritores Geograficos:
Recife - Pernambuco - Brasil; Colatina - Espirito Santo - Brasil; Belém - Pará - Brasil; São Paulo - São Paulo - Brasil; Santos - São Paulo - Brasil; Europa; Rio Grande do Sul - Brasil; Darmstadt - Alemanha; Paris - França - Europa
Descritores Onomásticos:
Frédéric Chopin; George Olivier Toni; Johannes Brahms; Robert Schumann; Beethoven; Johann Sebastian Bach; Igor Stravinsky; Béla Bartók; Heitor Villa-Lobos; Gilberto Mendes; Gastão Frazão; Karlheinz Stockhausen; Luigi Nono; Pierre Boulez; Klaus Dieter Wolff; Henry Purcell; Luciano Berio; Décio Pignatari; Rogério Duprat; Museu de Cluny; Joan Miró; Camargo Guarnieri; Oswald de Andrade Filho; USP; Ministério da Educação e Cultura