Notas Contemporâneas:Willy Corrêa de Oliveira - Estúdio - 2ªParte


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--Título:
Notas Contemporâneas:Willy Corrêa de Oliveira - Estúdio - 2ªParte
Número do Item: Número de Registro:
00821NTP00087VD -
Uso e acesso:
Consulta local sem agendamento
Coleção:
00821NTP - Notas Contemporâneas
Companhia Produtora:
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Autoridades: Classificação:
Willy Corrêa de OliveiraEntrevistado(a)
Rosana CaramaschiEntrevistador(a)
Cleber PapaDireção
Diego ValverdeCaptação de som
Bruno Café SforcimCinegrafista
Cleber PapaCuradoria
Diego ValverdeEquipe técnica
Bruno Café SforcimEquipe técnica
Jeferson MagalhãesDigitalização
Local de Produção:
Museu da Imagem e do Som - São Paulo - São Paulo - Brasil
Data de Produção: Data de Lançamento:
17/10/2012 -
Suporte/Formato:
DVD Cópia
Sistema: Cromia:
NTSC (National Television Standards Committee) Cor
Áudio: Produção:
Estéreo Nacional
Duração
0h 57min 46s

Sinopse/Descrição:

O compositor e marxista fala que a produção musical no Brasil é medíocre; explica o início e os termos técnicos da música; critica o individualismo humano; ironiza dizendo que o homem não tem mais noção de gênero musical, pois faz música para casamento que pode ser usada na privada; fala dos "senhores do capitalismo" e cita a OSESP, que não sabe distinguir entre música popular e erudita; diz que o capitalismo atrapalha a música; comenta que nos anos 1930 e 40, um pianista como Rubinstein, poderia comprar uma mansão nos Estados Unidos, coisa que não é possível hoje em dia; ironiza dizendo que Paulo Coelho é o maior gênio da literatura mundial e que o Grupo Carrapicho foi um dos maiores gênios da França, e completa, um atestado fundamental da estupidez; fala da música erudita na extinta União Soviética e cita Stalin; diz que Hitler e Mussolini são típicos homens do capitalismo; afirma que o autoritarismo é tipicamente individualista e historicamente capitalista; fala do desenvolvimento da música no socialismo e compara o compositor Shostakovich com Stockhausen; diz que o artista comunista é aquele que faz música para os seus irmãos; fala da música capitalista, que você precisa saber apenas cantar ou assobiar e tocar um pouco de instrumento; faz uma analogia do capitalismo com Alberto Roberto (personagem de Chico Anysio); diz que a USP é um antro e uma desgraça social fundamental; fala da relação da música popular com a erudita e cita Puccini e Verdi; comenta a simultaneidade da ópera; deixou de ser músico erudito, quando um dia acordou e se perguntou, como posso ser comunista e fazer música burguesa?...; montou uma pequena escola de música no Fundo de Greve, em Santo André; pesquisou literatura e música da China, Cuba e Alemanha.


Gênero:
Entrevista
Descritores:
produção musical; música popular; música erudita; década de 1930; década de 1940; pianista; piano; Marxismo; socialismo; capitalismo; autoritarismo; comunismo; consumismo; educação; desenvolvimento; compositor (música).; artista; igreja católica; instrumento musical; ópera; burguesia; vanguarda; escola de música; literatura; personalidade; sindicalismo
Descritores Geograficos:
Estados Unidos da América; França - Europa; União das Repúblicas Socialistas Soviéticas; Argentina - América do Sul; Santo André - São Paulo - Brasil; China - Ásia; Cuba - América Central
Descritores Onomásticos:
OSESP - Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo; Arthur Rubinstein; Paulo Coelho; Grupo Carrapicho; Joseph Stalin; Adolf Hitler; Benito Amilcare Andrea Mussolini; Sistema Único de Saúde; Shostakovich; Karlheinz Stockhausen; Rafael; Carl Orff; Hans Pfitzner; Chico Anysio; USP; Giacomo Puccini; Giuseppe Verdi; Karl Marx